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		<title>Lourival : Prof. Lourival Filho</title>
		<link>http://blogspot-loufilho.criarumblog.com/Lourival-b1.htm</link>
		<description>Blog Prof. Lourival Filho- Física</description>
		<lastBuildDate>Wed, 17 Mar 2010 05:11:20 GMT</lastBuildDate>
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			<title>Lourival : Prof. Lourival Filho</title>
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		<title>Você passou no ENEM ?</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2010-02-09T20:10:16Z</pubDate>
		<description>&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNoSpacing&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;         O curso de Direito da UFMA foi o oitavo mais concorrido do país. Deixem-me explicar direito: Ele não foi o oitavo dentre os cursos de Direito, foi o oitavo&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;dentre todos os cursos oferecidos no país, de todas as áreas. Deve ser então um excelente curso, concluímos. É verdade! Foi o único curso de Direito do Maranhão que recebeu o selo “OAB recomenda”. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;De acordo com os dados da OAB-MA, o índice de aprovação, no exame de ordem daquela entidade, entre os bacharéis egressos da Universidade Federal do Maranhão (campus de São Luís), é, em média, de 75%. Entre os candidatos formados pelo Centro Universitário do Maranhão (UNICEUMA), o percentual é em média 37,9%. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Mas, os candidatos que optaram pelo curso de Direito da UFMA, tiveram esse ano, um atrativo ainda mais infalível: a nota de corte. A notícia de que o curso é bom e apresentava uma nota de corte de padrão médio, atraiu aventureiros de todo o país, como numa corrida do ouro. Alunos com excelentes notas, porém insuficientes para entrar nos melhores cursos do país, migraram em direção ao Nordeste, como uma avalanche, atropelando os nossos conterrâneos. Como todo o processo do ENEM é bastante confuso, quanto os critérios usados para formular a nota de corte, surgiram muitos boatos. Um aluno do cursinho me disse que passou em Direito, apenas um aluno do Maranhão, outro disse que foram três e assim por diante. O fato é que essa história de goianos, piauienses e paraenses tomarem as vagas dos maranhenses na UFMA, não é de hoje. Quando eu passei no vestibular em 1983, já se falava isso em relação ao curso de Medicina. O problema é que antes eles tinham que vir aqui fazer o vestibular e em alguns casos, havia a coincidência de datas de vestibulares e muitos desistiam. Agora ficou mais fácil, pois eles podem “tomar” as vagas sem sair de casa e sem medo das coincidências de datas. Eu não estou aqui fazendo um discurso bairrista, nem propondo a rejeição a quem vem de outros estados estudar aqui. Acontece que o ENEM é um processo que desrespeita as profundas diferenças regionais, tanto de cultura como de nível de ensino, e acabou proporcionando essa “oportunidade” pra quem vem de fora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         O Maranhão é pobre. Não é pobre apenas por falta de emprego e oportunidades, é pobre em todos os sentidos. As escolas públicas são as piores de todo o país, os professores, mal pagos. Mesmo as melhores escolas particulares, estão muito aquém das do Sudeste e do Sul. A UFMA foi profundamente irresponsável ao adotar um sistema de ingresso com profundas distorções como é o ENEM, no entanto, eu entendo como isso aconteceu. O presidente Lula não governa um país, dirige sim, um rolo compressor que esmaga todos que se interponham em seu caminho, e pra isso usa o único argumento para o qual não existe réplica: O dinheiro. Quanto custou esse vestibular à UFMA? Zero! Quanto ela ganhou pra vender a alma para o diabo? Um aumento de 488% no montante das verbas que ela recebia anteriormente. Segundo o Correio Brasiliense, a UFMA foi a segunda colocada no país, no aumento de verbas do governo federal, somente perdendo para a Universidade do Vale do Paraíba que teve um aumento de 594%, na verbas recebidas. Já a coitada da Universidade Federal de Goiás que não aderiu ao ENEM, sabe quanto teve de aumento nas verbas a receber ? míseros 40 %. É mais uma vez o governo vingativo do presidente Lula dando um aviso muito claro e objetivo de que não aceita ser contrariado.  &lt;span&gt;   &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;                              &lt;/span&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;&lt;span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         &lt;/span&gt;Mas, a idéia básica do ENEM, como concurso não é má.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Você faz um único vestibular e pode concorrer em qualquer curso do país. O problema é que de pessoas bem intencionadas, o inferno está cheio. Fernando &lt;span&gt;Haddad copiou para o Brasil, o modelo que é aplicado nos &lt;strong&gt;Estados Unidos&lt;/strong&gt; com a &lt;strong&gt;SAT (Scholastic Assessment Test), &lt;/strong&gt;uma prova única que serve como ingresso para todas as instituições. Porém, o Brasil não é os EUA. Lá, a educação tem um padrão homogêneo. Todas as escolas públicas são boas,  e por esse motivo, as escolas particulares são uma raridade . Além disso, nos EUA, não existe essa enorme disparidade com regiões de riqueza absoluta e outras de miséria profunda, como é no Brasil. Fernando Haddad é um comunista frustrado com alma de capitalista. Daí, talvez venha sua visão tão distorcida da realidade: “Vamos dar oportunidade a todos, porém vamos dar mais oportunidade a alguns!”. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          &lt;/span&gt;Conversando com os alunos em São Luís, verifiquei que muitos deles optaram para cursos no interior do estado, onde a nota de corte era baixa. Fiquei preocupado. Será que o ENEM vai encher a capital de alunos de outros estados e empurrar os Maranhenses, de São Luís, para o interior do estado? É o que está parecendo. Mas, outro fenômeno&lt;/span&gt; contribui atualmente para a baixa competitividade dos nossos alunos: A febre dos concursos. Milhares dos que se inscreveram no ENEM, não estudaram absolutamente nada para a prova. Estavam nos preparatórios pra concursos, ao invés de freqüentarem um pré-vestibular. O ENEM seria uma segunda opção. Entretanto, os preparatórios para concursos públicos constituem-se, num curso sem começo e sem fim. É um curso que não acaba nunca e sem nenhuma utilidade para quem vai fazer o ENEM, pois ensinam de modo precário e rasteiro, disciplinas básicas como Português e Matemática. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Nunca fiz torcida para o ENEM não dar certo, eu apenas nunca acreditei nele. O discurso de que agora todos poderão fazer Universidade , pois pode escolher o curso que melhor lhe convier, é no mínimo demagogo. Os melhores cursos serão ocupados pelos alunos que freqüentaram as melhores escolas, o que põe o Maranhão longe do resto do país. O ensino particular no estado é caro e restrito, o ensino público é de péssima qualidade, com escolas simplesmente caindo aos pedaços. Um amigo meu, disse que “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Professor de escola pública só faz mestrado pra ver se ganha um pouco mais!”. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Para justificar algumas das afirmações que fiz nesse artigo, vou citar um trecho do despacho do Promotor de Justiça Paulo Avelar, em 14/08/2009, sobre as condições de funcionamento da Unidade Araújo Costa, da Cidade Operária, que foi interditada pela vigilância sanitária, mas que o governo do estado reabriu assim mesmo. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span&gt;              &lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“&lt;span&gt;Na inspeção, foi constatado, além de outras coisas, que a cisterna da escola que fornece água para os alunos está imunda e os banheiros permanecem com as portas enferrujadas. Não foi realizada a pintura externa do prédio. Também não foi colocado um novo alambrado para garantir a segurança dos alunos. Não é feita, de forma regular, a capina da área externa do colégio, o que atrai animais como bois e jumentos. A quadra de esportes, cuja cobertura está completamente deteriorada e prestes a desabar, não foi isolada&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;. Educação de qualidade não se fomenta dessa maneira, sem que o estado forneça a mínima infra-estrutura”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;     Em 2009, o deputado Edivaldo Holanda fez um pronunciamento &lt;span&gt; na Assembléia em que afirmava que a governadora Roseana Sarney, tinha um projeto para derrubar algumas escolas de ensino médio do interior do estado para construir em seu lugar, delegacias de polícia. Nos oito anos em que Roseana foi legalmente governadora, ela construiu apenas 3 escolas de ensino médio no estado. Recentemente, a própria UFMA, em convênio com o governo do estado, desativou o Colégio Universitário da Vila Palmeira, para construir uma delegacia, obrigando os alunos a se deslocarem para o Bacanga, onde hoje ela funciona. Muitos alunos desistiram por falta de dinheiro para o transporte. No portal G1 da Globo, foi mostrada uma foto em que aparecem alunos de uma escola municipal, em Caxias, no interior do Maranhão,  assistindo as aulas sob uma árvore. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL171744-5598,00.html&quot;&gt;http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL171744-5598,00.html&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;  Nem o sistema de cotas salvou os alunos da escola pública no Maranhão. Existem diferenças brutais até mesmo pra quem participa dessas cotas. Os IFMA´s (antigos CEFET´s) participaram dessas cotas, com a vantagem de serem a únicas escolas públicas no estado que oferece um ensino &amp;quot;melhorzinho&amp;quot;. No restante das escolas públicas estaduais, o ano letivo de 2009 nem acabou ainda, pois está previsto para acabar somente em março de 2010, ou seja, três meses após a realização do ENEM, com pouco conteúdo ministrado. É uma vergonha.&lt;span&gt;                                           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;           O Jornal Pequeno veiculou matéria recente em que afirma, que n&lt;/span&gt;&lt;span&gt;o Colégio Liceu Maranhense, onde existe cerca de 300 alunos formandos, em cada turno, a situação ainda é pior. Alguns alunos reclamam que muitas provas referentes ao 4º bimestre de 2009 ainda nem foram aplicadas. Segundo os estudantes, o problema não está na falta de professores, mas no material pendente que os mesmos ainda não conseguiram repassar em sala de aula. Palavra de um estudante do LIceu: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“A previsão que temos é de fazer as últimas avaliações no dia 10 de fevereiro, e só receber os resultados no dia 19. Estamos desmotivados pelo mau desempenho no ENEM. Fomos penalizados pela falta de conteúdo”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, protestou. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Mas, ninguém no governo ou na UFMA está preocupado com isso. Na verdade, eles estão se “lixando”&lt;/span&gt;&lt;span&gt; pro azar dos outros. Eu duvido que a UFMA tenha coragem de divulgar a relação com o percentual de alunos maranhenses aprovados nos cursos mais importantes, como Medicina e Direito. Eles têm plena consciência do absurdo social que vivemos atualmente, entretanto, a covardia de quem dirige essa entidade é suficiente pra não tomar partido. Á bem da verdade, a UFMA nunca levou a sério o vestibular mesmo. Mas, a UFMA não tem culpa sozinha. O marasmo social da nossa juventude, a aceitação inerte de todas as decisões impostas pelo governo e a falta de mobilização devido aos interesses financeiros e políticos da UNE, hoje controlada pelo governo Lula, proporcionou todas essas aberrações. A imprensa que não discute o ENEM como modelo, o governo que sufoca os reitores e professores das Universidades, o dinheiro jogado fora na primeira prova, fez do ENEM um fracasso absoluto, pois não avaliou absolutamente nada. Como eu já disse em outro artigo: “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Esse modelo de prova e de seleção, é inaplicável”. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;O vestibular em  sua essência, como modelo de seleção, já é uma vergonha, pois o acesso ao ensino gratuito é direito de todos como manda a constituição, inclusive à Universidade. Entretanto, cada Universidade fazendo o seu vestibular e respeitando  o nível intelectual de cada região, que é motivado por inúmeros fatores sociais, minimizava em parte o problema. Mas, aplicar uma prova do nível do ENEM, para avaliar da mesma forma um aluno de São Paulo e do Acre, é inaceitável. O ProUni é outra vergonha. Um aluno pobre se inscreve e acaba ganhando um desconto de 50% numa Universidade particular onde a mensalidade para o curso escolhido é de R$ 800,00. Não vai se matricular nunca. Outro ganha uma bolsa integral, mas com um pequeno problema: Ele mora em São Luís e a bolsa é para uma Universidade no interior do estado de Minas Gerais. Uma palhaçada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Esse governo vive de propaganda e quem não o conhece, engole . O atual ministro da Educação, especialista em comunismo, acha que aqui é a Suíça. Em matéria de qualidade de ensino, o Maranhão vive muito próximo do Inferno de Dante. Enquanto isso, os políticos que poderiam mudar essa situação, vivem em Pasárgada ( Lá, são amigos do Rei ) .&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 115%; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;span&gt;                                      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>As Cordas Vibrantes</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2010-02-04T21:46:00Z</pubDate>
		<description>&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;span&gt;          &lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;        &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt; Uma corda quando tracionada nas extremidades, com uma certa força, pode produzir sons. São as cordas vibrantes. O exemplo é a corda de um violão. No violão existe uma “tarracha” que permite que o músico aumente ou diminua a força de tração na corda, tornado o som mais grave (menos tração) ou mais agudo (mais tração). Porém, esse não é o único elemento envolvido na produção dos sons na corda. A espessura, a massa e o comprimento da corda, também constituem elementos constituintes na composição da nota musical. Ao posicionar o dedo em locais diferentes do braço do violão, o músico está variando o comprimento da corda e desse modo, também varia a frequência do som produzido. Um pequeno comprimento de corda determina um som mais agudo e um maior comprimento, mais grave. Desse modo, a &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;frequência&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; natural da &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;voz humana&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt; &lt;span&gt;também é determinada pelo comprimento, espessura e massa das nossas cordas vocais. Assim &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;mulheres&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; que têm as cordas vocais mais curtas possuem voz mais aguda (maior frequência) que os &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;homens&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; com vocais mais longas e que tem a voz mais grave (menor frequência). Assim como nossas digitais, ninguém tem as cordas vocais idênticas, ou seja, cada frequência vocal é única. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;A mudança de voz no homem, costuma ocorrer na &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;puberdade&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. A produção de hormônios provoca o alongamento e aumenta a espessura das cordas vocais. A voz passa a ser então, mais grave. Um cantor pode ser classificado de acordo com sua frequência vocal. Os cantores masculinos classificam-se em baixo, baixo-barítono (ou baixo-cantor), &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;barítono&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;tenor&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;contratenor&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. As cantoras femininas classificam-se em &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;contralto&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;mezzo-soprano&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;soprano&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;. Nem todos os sons são audíveis ao ser humano. Nossa audição somente consegue perceber sons, cuja frequência está situada entre 20 Hz e 20.000 Hz.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Naturalmente, é a frequência&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;que mais nos agrada ou irrita ao escutar a voz de uma pessoa. Aquela voz de locutor de FM, grave e muito agradável, ou a voz aguda e insuportável da vizinha. Alguns cantores, apesar de terem uma voz agradável, ela tem pouca amplitude (alcance) . É o caso de Roberto Carlos, Fábio Júnior e Emílio Santiago, cujas músicas dificilmente oferecem grande esforço vocal. Por outro lado, a maioria dos sertanejos, cantam num tom muito agudo, muitas vezes, de difícil alcance para outros cantores. Esse esforço enorme na voz, quase fez com que o cantor Zezé di Camargo encerrasse sua carreira. Suas cordas vocais se romperam, devido a um cisto que se formou entre elas. Um exemplo impressionante de mobilidade vocal era o de Elis Regina. Elis, cantava bem em qualquer frequência, com grande amplitude e com uma infinidade de recursos que embelezavam a melodia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;  Porém, o culto à voz, em alguns casos tomou um rumo inesperado. Na Itália e grande parte da Europa, difundiu-se um procedimento bárbaro. Para impedir que os cantores mudassem de voz, os jovens eram castrado. A&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;castração&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; antes da &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;puberdade&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; (ou na sua fase inicial) impede a liberação para a corrente sanguínea das hormônios sexuais produzidas pelos testículos, que provocam o crescimento normal da &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;laringe&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; masculina (para o dobro do comprimento) entre outras características sexuais secundárias, como o crescimento da &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;barba&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e a mudança de voz. A prática de castração de jovens cantores (ou castratismo) teve início no &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;século XVI&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, tendo surgido devido à necessidade de vozes agudas nos coros das igrejas da &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Europa Ocidental&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, já que a &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Igreja Católica Romana&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; não aceitava mulheres no &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;coro&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; das igrejas. No fim da década de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;1550&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, o &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;duque&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Ferrara&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; tinha um &lt;em&gt;castrati&lt;/em&gt; no coro da sua capela. Está documentada a sua existência no coro da igreja de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Munique&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; a partir de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;1574&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e no coro da &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Capela Sistina&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; a partir de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;1599&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. Na &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;bula papal&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;1589&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, o &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;papa Sisto V&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; aprovou formalmente o recrutamento de &lt;em&gt;castratis&lt;/em&gt; para o coro da &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Igreja de S. Pedro&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. Na &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;ópera&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, esta prática atingiu o seu auge nos séculos &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;XVII&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;XVIII&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. O papel do &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;herói&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; era muitas vezes escrito para o &lt;em&gt;castrati&lt;/em&gt;, como por exemplo nas óperas de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Handel&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. Nos dias de hoje, esses papéis são frequentemente desempenhados por cantoras ou por &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;contratenores&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. Todavia, a parte composta para os &lt;em&gt;castratsi&lt;/em&gt; de algumas óperas barrocas é de execução tão complexa e difícil que é quase impossível cantá-la.&lt;span&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           &lt;/span&gt;Muitos rapazes que eram alvo da castração eram crianças órfãs ou abandonadas. Algumas famílias pobres, incapazes de criar a sua família numerosa, entregavam um filho para ser castrado. Em &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Nápoles&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, recebiam a sua instrução em &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;conservatórios&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; pertencentes à Igreja, onde os professores eram músicos famosos. Algumas fontes referem que muitas &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;barbearias&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; napolitanas tinham à entrada um cartaz com o aviso &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;quot;Qui si castrano ragazzi&amp;quot;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Aqui castram-se rapazes). Em &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;1870&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, a prática de castração destinada a este fim foi proibida em &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Itália&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, o último país onde ainda era adotada. Em &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;1902&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, o &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;papa Leão XIII&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; proibiu definitivamente a utilização de &lt;em&gt;castratis&lt;/em&gt; nos coros das igrejas. O último &lt;em&gt;castrati&lt;/em&gt; a abandonar o coro da &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Capela Sistina&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; foi &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Alessandro Moreschi&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, em &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;1913&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. O mais famoso &lt;em&gt;castrati&lt;/em&gt; do &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;século XVIII&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt; &lt;span&gt;foi Carlo Broschi, conhecido por &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Farinelli&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, tendo sido realizado um filme sobre a sua vida, &lt;em&gt;Farinelli il Castrato&lt;/em&gt;. Farinelli dizem, tinha a capacidade de sustentar 150 notas em um só fôlego. Para fazer o filme, foi necessário juntar a interpretação de dois cantores, um &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;contratenor&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e uma &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;soprano&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. A voz mais grave atualmente pertence a &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Tim Storms&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e a voz mais aguda atualmente pertence à &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Georgia Brown&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. Essas vozes são inaudíveis ao ouvido humano e não é emitida por nenhum tipo de instrumento, sendo captada apenas por frequenciadores.&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span&gt;                 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             &lt;/span&gt;Entretanto, o estudo das coradas vibrantes levou os físicos a elaborarem uma teoria revolucionária para explicar a formação do Universo, conhecida como &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Teoria das Cordas”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; . Essa teoria diz que as partículas primordiais são formadas por &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;energia&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; que, vibrando em diferentes tons, formaria diferentes partículas). De acordo com a teoria todas aquelas partículas que considerávamos como elementares, como os quarks e os elétrons, são na realidade filamentos unidimensionais vibrantes, aque chamaram “cordas”. Ao vibrarem as cordas originam as partículas subatômicas juntamente com as suas propriedades. Para cada partícula subatômica do universo, existe um padrão de vibração particular das cordas. A analogia da teoria consiste em comparar esta energia vibrante com as cordas de um &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;violão&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, por exemplo.Como já dissemos antes, no violão, as cordas ao serem pressionadas em determinado ponto e feitas vibrar produzem diferentes sons, dependendo da posição onde posiciona-se o dedo. Da mesma forma, as diferentes vibrações energéticas poderiam produzir diferentes partículas (da mesma forma que uma corda pode produzir diferentes sons sem que sejam necessárias diferentes cordas, uma para cada &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;som&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;). Essa teoria é aceita por muitos físicos, como a que mais se aproxima da explicação da formação do “tecido” do Universo. Mas, isso é assunto para um outro artigo.&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;   Voltando ao assunto das cordas vocais, quem gosta de animais, tem mais um motivo pra se revoltar em termos de maus tratos. Na Inglaterra, está sendo amplamente usada uma técnica chamada de “Cordectomia” , que consiste em amputar as cordas vocais de cães que latem muito. Uma prática cruel e muito polêmica, que começa também a ser usada no Brasil. A perda da voz pode trazer problemas ao cão relacionados à agressividade e a perda de empatia com o dono, uma vez que o latido é uma forma de comunicação e interação com as pessoas da casa.&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span&gt;                                                                            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;         Numa enquete recente, num fórum sobre técnicas vocais, os críticos escolheram a voz de Ney Matogrosso como a mais afinada da atualidade. De qualquer forma, quem acha que cantar bem é uma questão apenas de cordas vocais, se engana. Uma boa voz também depende de uma boa respiração, uso do diafragma, afinação e muito treino. Porém, mesmo que sua voz não seja boa, cante, pois como diz o ditado:” Quem canta, seus males espanta!”.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;                                            &lt;/span&gt;Lourival Filho&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://blogspot-loufilho.criarumblog.com/Lourival-b1/As-Cordas-Vibrantes-b1-p56783.htm</guid>
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	<item>
		<title>2012 : O ano que perderemos contato ?</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2010-01-19T16:39:54Z</pubDate>
		<description>&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; color: black&quot;&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; color: black&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;        &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;No final de 2009, por meio de um relatório, a Agência Espacial Americana, a NASA, esclareceu: o mundo não acaba em 21 de dezembro de 2012, com o fim do calendário Maia. Na internet os boatos mais recentes do apocalipse entrelaçam uma complexa trama de provas e evidências que afirmam essa teoria apocalíptica, segundo algumas interpretações, prevista pelos Maias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;              &lt;/span&gt;A civilização pré-colombiana surgiu no México há mais de três mil anos, e é conhecida por suas habilidades astronômicas, incluindo a divisão do calendário em 365 dias e a previsão de eventos como eclipses. A causa dessa destruição prevista nos atuais boatos espalhados na internet seria a aproximação de &lt;em&gt;Nibiru&lt;/em&gt;, também chamado de Planeta X, um corpo celeste que teria sido descoberto pelos sumérios. O impacto desse planeta com a Terra seria precisamente na data em que o calendário Maia termina e o fato estaria sido mantido em segredo pelas autoridades mundiais. O que parece ter alimentando mais ainda alguns boatos foi o lançamento de um filme de Hollywood chamado de “2012”, no final de 2009. Como parte da campanha de lançamento, a Columbia Pictures criou um site com uma suposta organização para a continuação da humanidade, que reúne evidências de que o mundo realmente acabará em três anos. &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span&gt;        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           &lt;/span&gt;&lt;span&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt&quot;&gt;Nibiru&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt&quot;&gt; é o nome de um hipotético planeta proposto por Zecharia Sitchin, historiador palestino, que acredita que as civilizações antigas tinham feito contatos com extraterrestres, uma hipótese considerada inverosímil por outros cientistas e historiadores. Segundo Zecharia Sitchi, este povo conhecia todos os planetas do sistema solar, inclusive Nibiru, um planeta lento que passa junto ao Cinturão de Asteróides que fica entre Marte e Júpiter, a cada 3600 anos. Segundo os Sumérios, na formação do sistema solar há 5 bilhões de anos, &lt;em&gt;Nibiru&lt;/em&gt; foi atraído pelo Sol , rumando em direção ao centro e chocou-se com outro planeta já alinhado chamado &lt;em&gt;Tiamat,&lt;/em&gt; que partiu-se ao meio dando origem a nossa &lt;em&gt;Terra&lt;/em&gt; e ao Cinturão de Asteróides, evento que ficou conhecido como &lt;em&gt;“Batalha Celeste”.&lt;/em&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;De acordo com Sitchin, &lt;em&gt;Nibiru&lt;/em&gt; era o lar de uma raça extraterrestre humanóide e tecnologicamente avançada chamada de &lt;em&gt;Annunaki&lt;/em&gt; no mito sumério, que seriam os chamados nefilins da Bíblia (gigantes descritos no livro do Gênesis) . Ele afirma que eles chegaram à Terra pela primeira vez provavelmente 450.000 anos atrás, em busca de minérios, especialmente ouro, que descobriram e extraíram na África . Esses &amp;quot;deuses&amp;quot; eram os militares e pesquisadores da expedição colonial de Nibiru ao planeta Terra. Sitchin acredita que os Annunaki geraram o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; background: white; color: windowtext&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot; color=&quot;#000080&quot;&gt;Homo Sapiens&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; background: white&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;através de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; background: white; color: windowtext&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot; color=&quot;#000080&quot;&gt;engenharia&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; background: white&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt; &lt;/font&gt;genética para serem escravos e trabalharem nas minas de ouro, através do cruzamento dos genes extraterrestres com os do &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; background: white; color: windowtext&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot; color=&quot;#000080&quot;&gt;Homo Erectus&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; background: white&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;. Sitchin afirma que sua teoria é coincidente com muito trechos bíblicos, como a destruição da cidade de Ur , narrado na Bíblia, e que segundo ele foi causada por radioatividade de armas nucleares alienígenas durante uma guerra extra-terrestre entre facções inimigas, travada na Terra.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;             &lt;/span&gt;Essa teoria aparentemente desvairada e saída da cabeça de um maluco, deveria ter passado totalmente despercebida. Acontece , que &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; background: white&quot;&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;a previsão dos astrofísicos é de que 2012 registre um ponto de alta atividade em nossa estrela, há quem acredite que a soma de tudo isso seja uma catástrofe.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; background: white&quot;&gt;As variações na atividade solar são causadas por mudanças na configuração do campo magnético que ocorrem a cada 11 anos, devido às manchas solares. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; background: white&quot;&gt;As manchas podem surgir isoladas ou em grupos, e aumentam o campo magnético solar. O tamanho das manchas solares é bem diversificado, geralmente maiores que o nosso planeta. Elas são medidas em termos de &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; background: white; color: windowtext&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot; color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;strong&gt;milionésimos&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; background: white&quot;&gt; da área visível do Sol. Uma mancha é considerada grande quando mede&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt&quot;&gt; entre 300 e 500 milionésimos do &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; color: windowtext&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot; color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;strong&gt;disco solar&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot; color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;strong&gt;. A maior já registrada foi em &lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; color: windowtext&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot; color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;strong&gt;1947&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt&quot;&gt;, com 6.132 milionésimos - quase 1/7 do disco solar.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt&quot;&gt; Nos últimos oito anos o Sol tem se comportado normalmente e de lá para cá, a atividade reduziu-se. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Mas, a tendência é que, nos próximos anos, volte a se intensificar, alcançando patamares elevados em 2012. Tudo isso está dentro do esperado pelos cientistas, mas, coincidência ou não, o fato reacendeu a chama da teoria da destruição do planeta. Entretanto, mesmo no auge da atividade solar, a energia recebida pela Terra aumentará apenas 0,1%, o que não significará grandes alterações no clima e dificilmente causarão catástrofes como as anunciadas. É evidente que atividades solares têm influência sobre o clima na Terra, não há dúvidas. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;No século 18, o Sol não apresentou manchas por setenta anos. O mundo ficou mais frio, e os canais de Veneza congelaram. Mas para que mudanças assim ocorram levam décadas ou mesmo séculos. O mundo não vai se acabar num ano.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span&gt;                  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                    E as teorias apocalípticas não param de prosperar. Há quem acredite que as atividades solares previstas para 2012, alterariam a inclinação do eixo da Terra e isso faria com que o clima em diversas regiões do planeta sofresse bruscas alterações e até mudanças geológicas, determinando terremotos e tsunamis arrasadores. Também aparecerem teorias menos apocalípticas. Alguns defendem a idéia que, o ano de 2012, irá representar não o fim do mundo, mas o começo do fim. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;O antropólogo Carlos Barrios (Guatemala), diz ter entrevistado 600 anciões descendentes dos antigos maias sobre o fim do mundo e concluiu que&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;2012&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;irá ser marcado como a consolidação de uma transformação que já está em curso e tende a se acelerar daí pra frente. De fato, quando se fala em Fim do Mundo, muitos imaginam um evento súbito, algo que acontece do dia para a noite. Todavia, a transformação de meio-ambiente e da Humanidade deve ser um processo gradual que, tal como no Apocalipse bíblico, ocorre numa sucessão de eventos que podem ser interpretados como “&#039;sinais” de que o fim está próximo.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;color: #29303b&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;Essas explosões solares gigantescas que ocorrem no Sol, provocadas pelas manchas solares, provocam interferências magnéticas e já causaram muitos prejuízos na rede de eletricidade, além de provocarem falhas nas comunicações e em vôos de aeronaves. O sol possui 99% da massa de todo o sistema solar. O grande apagão do Canadá em 1989 foi devido a uma tempestade solar. Em 2001 e no final de 2003, no entanto, as tempestades cósmicas surpreenderam os meteorologistas.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Elas chegaram com tanta intensidade, que tirou do ar uma dezena de satélites de comunicação, provocaram interrupção no fornecimento elétrico em parte da Escandinávia e provocaram balbúrdia nos sistemas de controle aéreo em vários países. Mas, não foi e não será o fim do mundo.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span&gt;                    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                &lt;/span&gt;E as teorias apocalípticas continuam. Alguns religiosos da Igreja católica afirmam que a destruição do mundo em 2012, faz parte do conteúdo da terceira parte do Segredo de Fátima, revelado a três meninas, em 13 de Julho de 1917, na cidade de Fátima (Portugal), em que a Ir. Lúcia dos Santos, a única das três irmãs ainda viva, redigiu em 03 de Janeiro de 1944, cujo texto relata um encontro revelador das meninas com a mãe&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;de Jesus.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;sup&gt;&lt;span&gt;                           &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style=&quot;background: white&quot;&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Nesse texto, a menina relata: “Vi o Santo Padre, andando, completamente desolado, numa cidade em ruínas. Durante o seu percurso, ele chorava e sentia pena dos milhares de cadáveres que se amontoavam no caminho.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; background: white&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;Chegando ao cume de um monte, prostrado, de joelhos, aos pés da cruz, foi morto por um grupo de soldados que lhe disparavam vários tiros e assim mesmo foram morrendo uns após os outros, os bispos, os sacerdotes, religiosos, religiosas e várias pessoas seculares. Cavalheiros e senhoras de várias classes e posições. Sob os dois braços da cruz, estavam dois anjos. Cada um com um regador de cristal nas mãos recolhendo neles o sangue dos mártires e com eles irrigando as almas que se aproximavam de Deus”. O texto aparentemente relata um grande terremoto numa cidade populosa e provavelmente o caos gerado por uma guerra civil, nesse local sem governo.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span&gt;                               &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                     &lt;/span&gt;Queira você ou não, o texto de Nostradamus sobre o fim do mundo, continua sendo&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot; color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;strong&gt; um dos que mais se aproximam dos eventos previstos para 2012. “O mundo, quando se aproximar a conflagração universal, sofrerá tantos dilúvios e tantas inundações que não sobrarão terrenos que a água não tenha coberto. E tão breve chegará esse período de calamidades, que tudo perecerá pela água, sobrará apenas a história e a topografia dos lugares.&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;        “ Além dessas inundações, e em seus intervalos, algumas regiões estarão privadas de chuva até um tal ponto, que com exceção de uma chuva de fogo que cairá do céu em grande abundância e de pedras candentes, não ficará nada que não seja consumido. E isto acontecerá logo e antes da última conflagração universal. Então, tempos depois, as imagens do céu voltarão a mover-se, esse movimento superior nos dará novamente uma Terra estável e firme. Então, a Terra não mais se inclinará em seu eixo, por séculos e mais séculos”.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;&lt;span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;             E você ? me diga! No que você realmente acredita? Como diz bem a música-tema do Big Brother: “Até onde vai a sua fé?“ &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span&gt;                                                                &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                            Seu amigo, Lourival .&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt&quot;&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://blogspot-loufilho.criarumblog.com/Lourival-b1/2012-O-ano-que-perderemos-contato-b1-p56782.htm</guid>
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		<title>A "via crucis"  do ensino médio</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2010-01-14T19:30:23Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNoSpacing&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;     - Professor, fala mais alto que eu não tô escutando nada!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Disse o aluno da última fila. A aula era sobre geradores e a desordem era geral.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;A loirinha bonitinha da frente via um vídeo no MP4 e a maior parte dos alunos conversava sobre outro assunto. Um aluno levanta e diz:&lt;span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;- &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Professor! &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Eu posso atender o celular? Minha mãe quer saber a que horas eu saio!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span&gt;             &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;-Claro!&lt;/strong&gt; debochei&lt;em&gt;, &lt;strong&gt;já atendeu mesmo !&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;  &lt;/strong&gt;                               &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;      Que dar aulas no segundo grau das escolas, hoje em dia, é uma arte de sobrevivência, não é novidade. O professor entra na sala de aula para enfrentar o caos e a escuridão, concorrendo com o MP3, o MP4, o celular com televisão, o vídeo-game de bolso. O que era um fenômeno somente da classe média, chega as escolas públicas. Os eletrônicos estão muito baratos e são mais atraentes que a aula. Nas escolas particulares, a sala de aula é a sala de estar da casa deles e com algumas vantagens: tem ar-condicionado e atendimento vip do professor. Se eu fosse colocar pra fora de sala todos os alunos que de uma forma ou de outra, estão desinteressados na aula, de 40 alunos na sala, iam sobrar uns três. Não tem como competir com a tecnologia.  O pior dessa história é que professor que tira aluno da sala de aula acaba ficando visado como um educador problemático. Mas, tem professor que consegue dar aula. O grande segredo é não enfrentar o aluno. Mais triste ainda é constatar que não precisa ter conhecimento profundo do conteúdo. Se você for um professor mediano, souber somente o básico, mas tiver muita conversa e paciência, vai sobreviver por anos como professor. Os alunos não exigem muito conhecimento de sua parte e muito menos a escola.  A maior parte delas quer exatamente o seguinte: Não falte, não crie problema e entregue suas notas em dia. É inacreditável como o conhecimento, a especialização, o domínio do conteúdo, deu espaço para a mediocridade. Se o professor se comportar como &amp;quot;boa gente&amp;quot;, obediente a tudo que lhe mandam, não pressionar ninguém, será adorado pelas massas. É de entristecer quando você acessa os sites de relacionamentos das escolas e lê os seguintes comentários: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Eu gosto do professor fulano, porque ele é hilário, morro de rir nas aulas dele! É o melhor contador de piadas“&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. É nesse momento que o professor troca sua dignidade, seus anos de estudos na Universidade por um título de humorista. Tudo em nome do bom relacionamento com o aluno. Esse mesmo aluno que anos depois fazendo pré-vestibular, vai dizer: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“&lt;/em&gt;Meu ensino médio foi uma desgraça total ! Eu não consegui aprender nada!&lt;span&gt; A maioria dos meus  professores passavam o tempo contando piadas!&amp;quot;                   &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;                                              &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;      &lt;/span&gt;Recentemente, li um artigo no Yahoo em que uma mulher holandesa estava processando a escola em que estudou, por que o educandário deveria ter impedido que ela se tornasse uma prostituta. Uma tal de Maria Mosterd, queria uma compensação por parte da Thorbecke School, da cidade de Zwolle, que fica a 120 km de Amsterdã, na Holanda. Ela tem 20 anos de idade e escreveu um livro sobre suas experiências de sua carreira e diz que ela foi tirada da escola por cafetões que a forçaram a se envolver sexualmente com outros homens, em troca de dinheiro. O tribunal de justiça de Zwolle rejeitou o processo e afirmou que a escola entrou em contato várias vezes com a mãe dela, para alertá-la sobre a quantidade excessiva de faltas que sua filha tinha. A mãe nunca apareceu na escola. Na verdade, casos como esse, refletem uma triste verdade: Os pais não conseguem ter o controle sobre os filhos e repassam essa obrigação para a escola. Por outro lado, a escola não tem condições de exercer a autoridade do pai e da mãe. É realmente uma situação engraçada, como a grande maioria dos pais levam um susto ao saberem que o filho está reprovado. Eles simplesmente nunca participaram de nenhuma reunião de pais e mestres ou sequer leram o boletim bimestral dos filhos. A escola é simplesmente um depósito, um lugar onde os pais deixam os filhos pra se livrarem deles, pelo menos por um tempo. Muitos pais instruem o filho a deixarem o celular ligado, caso precisem falar com eles ou que liguem a qualquer hora ou em qualquer aula, caso seja necessário. Eu me pergunto: Antes do celular existir, como as coisas eram feitas? Eu lhe digo: O pai ligava para a coordenação, e o coordenador fazia uma avaliação da real necessidade da retirada do aluno da sala de aula. Eu já presenciei um aluno ligando pra casa, no meio da aula, pra perguntar o que tinha pro almoço.&lt;span&gt; A maioria das ligações de celulares que os alunos recebem durante a aula é pura bobagem.                     &lt;/span&gt;&lt;span&gt;                                                              &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;       Mas, infelizmente os professores vivem com medo. Se o professor apontar o dedo para um aluno, aparece uma dezena de promotores de menores pra processá-lo. Eu já soube e vivenciei muitos casos em que o aluno agride fisicamente o professor e a escola mudou simplesmente o aluno de turno ou pediu para que o professor esquecesse o assunto, em nome de seu emprego e de problemas na justiça. É a sublime humilhação. É a redução do educador a coisa nenhuma. É a degradação de uma classe que nunca foi mesmo o top de linha das profissões. &lt;span&gt; Entretanto, eu não condeno as escolas. O monte de leis que foram criadas para proteger o menor oprimido, somente beneficiou o menor infrator. Nós estamos de mãos atadas e os menores infratores sabem disso.                &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;/span&gt;Hoje, o aluno que assiste às aulas no pré-vestibular, ou nas salas preparatórias de concursos e que vem das escolas de ensino médio, sofre uma incrível metamorfose. Humilde, calado, cabisbaixo, ele percebe do modo mais duro possível, que a vida não é uma festa como era na escola. A idéia que ele tinha de que estava preparado para enfrentar o mundo, cai por água abaixo. Ele percebe decepcionado, que seu aprendizado até esse ponto foi uma profunda mentira e que muito provavelmente ele não vai chegar a lugar nenhum. O desespero bate e ele começa a procurar um culpado. Ou foi a escola, o professor ou os pais que não acompanharam seu desenvolvimento. Talvez um desses elementos tenha culpa, porém o maior culpado é o próprio aluno, quando aceitou passivamente essa situação, que muitas vezes lhe era conveniente. Poucos são os que assumem a culpa por ter tido todas as oportunidades de aprender e de ter desperdiçado a maioria.&lt;span&gt;                        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;       Porém, ainda temos jovens com consciência e responsabilidade. Apesar de ser minoria, são eles os responsáveis por fazer a máquina social funcionar. As Universidades particulares, especialmente em São Luís, constituem-se num fator decisivo para o desinteresse dos alunos do ensino médio. Fazer um curso superior em São Luís dá menos trabalho do que comprar um pão na esquina. O fato de qualquer um poder fazê-lo, não representa a democratização do ensino, mas a comercialização do ensino. Tem cursos com mensalidades de todos os preços, alguns mais baratos do que uma entrada de boate ou um jantar na churrascaria rodízio. É a universidade-lixo, pois oferece uma qualidade de ensino proporcional ao valor pago. São os camelôs do ensino superior. Mas, a propaganda é forte. O aluno passa a raciocinar, enquanto no ensino médio, que não precisa aprender nada para entrar na universidade particular. É só fazer uma entrevista e pronto. Esse aluno constitui-se num potencial cliente das universidades-lixo. Porém, a estratégia das universidades particulares mudou. Um novo slogan surgiu: “É fácil entrar, difícil é sair!“. Elas desejam passar a idéia que vão oferecer dificuldades para o aluno durante o curso, ou seja, se não estudar não passa. Mais uma mentira vergonhosa. A estatística mostra que dos alunos que se formam em direito nas universidades particulares em São Luís, 80% deles não passam no exame de ordem da OAB. Porém, essa vergonha não é exclusividade nossa. O senador Wellington Salgado, dono de uma universidade no Rio de Janeiro, tentou no começo do ano, numa audiência na comissão de cidadania e justiça do senado federal, aprovar um projeto que desobrigava os alunos formados em direito de prestarem o exame de ordem. É evidente! A universidade que ele é dono não consegue passar ninguém no exame! &lt;span&gt;         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O fato das universidades-lixo oferecerem uma grande quantidade de cursos da área de humanas , já se constituia num fator extremamente preocupante, pois indiretamente mexe com a vida, em sua expressão literal, mas é olerável até o ponto em que, essas atividades profissionais podem ser controladas externamente por orgãos de fiscalização . O meu desespero real começou quando elas começaram a oferecer cursos voltados à área médica. Todos sabem do corporativismo que existe no CRM . E agora? Com quem vamos nos consultar? Vai ser um eterno risco. Pode ser tanto com Dr. Jekyl como com  Mr. Hyde. É com o médico ou com o monstro?. Entretanto, e&lt;/span&gt;u não quero ser a palmatória do mundo, eu só quero que não digam que eu não avisei! &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>A " Piscina Maluca " do Domingo Legal</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2009-12-27T18:08:15Z</pubDate>
		<description>&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;                    &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify&quot; class=&quot;Default&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;         Você já assistiu ao “Domingo Legal” do SBT? É aquele programa que tem um quadro que deporta os Nordestinos de volta pra casa. É o sonho de todos os paulistas. Mas, um dos quadros apresentado por Celso Portiolli, chama-se “A piscina maluca”. Mas, já pensou se o título do quadro fosse “&lt;em&gt;A piscina de fluido não-Newtoniano&lt;/em&gt;”? As dançarinas e os pagodeiros certamente não iam entender nada. Um líquido pode se solidificar, ou um sólido se fundir, quando são modificados os valores de pressão ou temperatura sobre ele. Uma experiência clássica na Física é colocar um arame com dois pesos na extremidade sobre uma barra de gelo. Quando aumenta a pressão sobre o gelo ele se funde e o arame começa a atravessá-lo. Á proporção que o arame vai atravessando a barra, a água volta a congelar, de tal forma que a barra não parte. A influência da pressão no ponto de solidificação ou de ebulição de um líquido é bastante conhecida.&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span&gt;                              &lt;/span&gt;&lt;span&gt;               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Um &lt;em&gt;&lt;span&gt;fluido não-newtoniano&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; é um fluido cuja viscosidade varia de acordo com o grau de deformação aplicado. Como conseqüência, fluidos não-newtonianos podem não ter uma viscosidade bem definida. A viscosidade de tais fluidos não é constante. Esse tipo de fluido reage à pressão exercida sobre ele, solidificando-se. O conceito é fantástico: Maizena diluída em água, até a concentração crítica, forma um fluído não-newtoniano, ou seja, uma substância que apresenta comportamento de sólido e líquido ao mesmo tempo, com sua viscosidade sendo alterada quando uma força é aplicada. Quando comprimido, o líquido oferece resistência, solidificando-se. Sem pressão, retorna ao estado líquido. Por essa razão, observamos que as pessoas têm que passar sobre a piscina com passos firmes e aplicando uma grande força nos pés, senão elas afundam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               Mas porque “não-Newtoniano”? Acontece que fluidos como a água e o óleo tem uma taxa de deformação diretamente proporcional à força aplicada, ou seja, quanto maior a força, mais eles se deformam. São os fluidos “Newtonianos”. Nos fluidos “não-Newtonianos”, essa relação é inversa. Quanto mais força você aplica, menos eles se deformam e mais resistência oferecem. Se você der uma marretada sobre a superfície desses líquidos, terá menos chance de penetrá-los do que se simplesmente empurasse a marreta sobre eles. &lt;span&gt;                                    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                 O Estudo das propriedades elásticas dos líquidos não é recente. Isaac Newton, em seu livro “&lt;em&gt;Principia”&lt;/em&gt;, publicado em 1687, formulou uma hipótese associada ao fluxo de líquidos, que dizia o seguinte: “&lt;em&gt;A resistência surge da falta de deslizamento de duas partes adjacentes do líquido e é proporcional à velocidade com que estas partes se movem uma em relação às outras&lt;/em&gt;”. Esta falta de deslizamento é o que chamamos de viscosidade, ou atrito interno, sendo uma medida da resistência ao fluxo. A força por unidade de área necessária para produzir este movimento é &lt;em&gt;F/A&lt;/em&gt;, onde &lt;em&gt;F &lt;/em&gt;é a força aplicada para produzir o deslocamento e &lt;em&gt;A&lt;/em&gt;, a área da região que está sofrendo o deslocamento. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;O ketchup e a pasta de dentes também são materiais “Newtonianos”, ou seja, eles se tornam menos viscosos sob ação de forças, voltando a recuperar sua viscosidade, de forma gradual, quando esta força cessa. A lama, algumas vezes, apresenta comportamento “não-Newtoniano”. Se colocarmos o pé rapidamente na superfície “dura” da lama, poderemos andar sobre ela. Mas se pisarmos por um tempo maior, nossos pés irão afundar dentro da lama “liquefeita”. Os materiais, similares à maizena misturada com água, e que tem comportamento “não-Newtoniano” também são conhecidos como “dilatantes”. Um exemplo de “dilatante” é um brinquedo, muito popular nos EUA, chamando &lt;em&gt;“Silly Putty”&lt;/em&gt;. Este brinquedo é bastante viscoso, mas quando posto em um pote toma sua forma em pouco tempo, caracterizando um líquido. Se fizermos uma pequena bola com esta geléia e a deixamos cair no chão, ela pula como uma bola, característica de um material sólido. A mistura de areia fina e água apresenta um comportamento similar. Podemos pegar um punhado de areia e fazer castelos de areia na praia. Vemos que ela flui entre nossos dedos como um líquido, mas conseguimos andar e correr sobre ela sem afundar, um comportamento de sólido. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;             &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                 &lt;/span&gt;Mas, porque a Maizena (amido) misturada com água se torna mais viscosa quando aplicamos força sobre ela? Uma explicação para este comportamento é que, quando a solução está em repouso, os grânulos de amido são envolvidos por moléculas de água. A tensão superficial da água impede que ela flua completamente pelos espaços existentes entre os grânulos. A almofada d&#039;água oferece lubrificação considerável, permitindo que os grânulos se movam livremente. Porém, se o movimento for abrupto, a água é espremida para fora dos espaços entre os grânulos, e a fricção entre eles aumenta de forma drástica o atrito, impedindo o deslizamento dessas partículas e o material adquire propriedades de um sólido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                Portanto, se você quiser se inscrever para “A Piscina Maluca”, já sabe como ela funciona. Ah! ia me esquecendo. Pra poder participar tem que ter um corpinho perfeito, pois do contrário, nem toda a Física do mundo vai te ajudar.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;span&gt;                  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                     Um abraço!&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;span&gt;            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                    &lt;/span&gt;Lourival Filho&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>E se a prova for no Sábado ?</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2009-12-08T17:02:42Z</pubDate>
		<description>&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;       &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNoSpacing&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;   &lt;/span&gt;&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;A &lt;span&gt;Igreja Adventista do Sétimo Dia&lt;/span&gt; (IASD) é uma denominação religiosa protestante classificada como adventista. Foi fundada oficialmente em 1863, 21 anos após o Movimento Millerita (evento ocorrido no ano de 1844). Hoje está entre as principais denominações evangélicas do mundo, estando presente em quase todas as nações do globo. O termo &amp;quot;&lt;em&gt;adventista&lt;/em&gt;&amp;quot; refere-se à crença no advento, ou seja, na segunda vinda de Jesus à Terra. O termo &amp;quot;&lt;em&gt;sétimo dia&lt;/em&gt;&amp;quot; é uma referência à crença do sétimo dia da semana como sendo o dia da semana que Deus estabeleceu para o descanso físico e espiritual do homem. Acontece que o ENEM iria ser aplicado no Sábado e no Domingo.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Criou-se então o impasse. Os estudantes adventistas pleitiaram na justiça o direito de fazer a prova após as 18 horas. Entretanto, os &lt;/span&gt;adventistas &lt;span&gt; &lt;/span&gt;acabaram concordando com a proposta do MEC. No sábado, dia 3 de outubro, os candidatos sabáticos, que não podem escrever antes do pôr do sol neste dia, puderam ingressar em pelo menos um local por cidade em que foi aplicado o Enem e aguardar até o entardecer para iniciar a prova. Todos tiveram que informar na hora da inscrição a opção religiosa. Se para os adventistas a questão foi resolvida, para judeus ortodoxos não houve acordo. No judaísmo, o sábado é sagrado (shabat), e a prova ainda caiu em um feriado (o Sucot).A comunidade ortodoxa judia pretendia adiar a prova do ENEM. A Confederação Nacional Israelita pediu a mudança da prova, mas o Inep não viu solução, pois havia três feriados judeus em seqüência e um adiamento inviabilizaria o Enem, já tão combalido. &lt;span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;Nesse artigo, eu não queria discutir religião. Queria discutir direitos. Mas acabei por concluir que seria uma missão impossível. Os adventistas ao fazerem a prova no horário que melhor se aplicava à sua religião, não estão exercendo um direito, mas uma exceção, uma contemplação do estado em respeito aos seus costumes. Eles não têm nenhum amparo legal para exigir tal privilégio. A prova disso é que o Supremo Tribunal de Justiça derrubou uma liminar do Tribunal Regional Federal da Terceira Região, que favorecia 21 estudantes judeus de São Paulo, dizendo que o Ministério da Educação não tem obrigação de remarcar o concurso motivado por questões religiosas. O problema é que se os concursos forem pautados pela religião vão acabar sendo inaplicáveis. O Domingo é o dia consagrado ao descanso para os católicos, mas nem por isso eles deixam de comer, de falar, escrever ou regar as plantas. A guarda do sábado é um assunto polêmico, que tem cunho conflitante até mesmo na Bíblia. Nem os adventistas sabem direito porque guardam o sábado. As palavras de Jesus contestam essa doutrina.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Num dia de sábado, Jesus estava passando por uns campos de trigo. Os discípulos arrancavam as espigas e as debulhavam com as mãos. Então alguns fariseus disseram: “Por que vocês estão fazendo o que não é permitido no sábado”? Jesus respondeu: ”Então vocês não leram o que Davi e seus companheiros fizeram quando sentiram fome? Davi entrou na casa de Deus, pegou pão e ainda deu aos seus companheiros”. Jesus acrescentou: “O filho do homem é o senhor do sábado!” &lt;span&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span&gt;                                                     &lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Lucas (6, 1-5)&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNoSpacing&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Ao se denominar senhor do sábado, Jesus combate as antigas leis, mostrando que elas não tem sentido, quando impedem o homem de ter acesso até ao necessário à sua sobrevivência. Jesus mostrou que a lei do sábado deveria servir como libertação para o homem e não como escravidão. Por isso, os que preferiam ficar com o velho sistema, passaram a tramar a sua morte, pois Jesus rompia com as idéias de religião e de sociedade que eles tinham.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNoSpacing&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;           &lt;/span&gt;Num outro dia, Jesus entrou na Sinagoga e começou a ensinar. Lá havia um homem com a mão seca. Os doutores e fariseus vigiavam, para ver se Jesus iria curá-lo durante o sábado, e assim encontrarem motivos para acusá-lo. Jesus disse ao homem: “Levanta-te e fica no meio! Eu pergunto a todos se a lei permite fazer o bem ou o mal no sábado? Salvar uma vida ou deixar que ela se perca?”. Então disse: ”Estenda a mão!”, o homem assim o fez e sua mão ficou boa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span&gt;                                              &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lucas (6, 6-10)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Mas, se Jesus renegava a doutrina de guardar o sábado, porque que aqueles que dizem seguir suas palavras, não as obedecem? O que aconteceu, na verdade, é que a Bíblia teve várias traduções, feitas por vários religiosos, e nada impediu que textos fossem inseridos, de tal forma a satisfazer os interesses de quem traduzia e interpretava. É só ver as diferenças entre as traduções católicas e protestantes. Muitas dessas seitas religiosas adotam o Velho Testamento, como base de comportamento social e relegam ao segundo plano tudo o que Jesus disse em termos de mudança dessas atitudes. Algumas seitas radicais parecem muito mais preocupadas em se salvar obedecendo às leis antigas do que pela fé em Jesus Cristo. Normalmente, as crenças de uma seita ou religião baseiam-se em motivos muito fortes relacionados a experiências de seus fundadores, ou livros escritos e interpretados por eles a seu modo. Nesse caso, os escritos dos fundadores tornam-se regra de fé e prática. Isso leva à visões equivocadas e radicais de determinados temas bíblicos. É absurdo tentar manter, hoje em dia, os mesmos costumes de 5000 anos atrás,que pertenciam a uma sociedade que nem mesmo era a nossa, pois estamos falando de hebreus e outros povos. No adventismo, como em outras seitas, verificamos que os escritos de seus fundadores continuam sendo seus sustentáculos doutrinários, independentes da Bíblia. A prática nos ensina que religião não se discute, porém um país é construído sobre leis civis e não religiosas. Todos os povos do mundo que deixou as leis impostas pela religião se sobreporem ao estado de direito, mergulhou no atraso e nas guerras sem fim. É o exemplo do Oriente Médio. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;A Igreja Católica também deu a sua nefasta contribuição ao atraso da humanidade com a implantação do Tribunal da Santa Inquisição. Mas, a Igreja Adventista, nem de longe se parece com as outras. Os Adventistas, apesar de seus equívocos e aparente confusão em relação à interpretação da Bíblia, sempre tiveram uma atitude pacata em relação às outras religiões. Ao contrário de seitas como a IURD, &amp;quot;especialista&amp;quot; em exorcismo e que tem como princípio ,a pregação da agressividade e do ódio em relação ás outras seitas e crenças, os adventistas preferem não participar de confrontos religiosos. A questão de guardar ou não guardar o sábado vai ser uma discussão sem fim. Podemos citar uma dezena de passagens bíblicas que contestam o aspecto sagrado do sábado, que os adventistas vão citar outra dezena que atestam o contrário. Em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ezequiel (20:10,12)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; diz que Deus tirou Israel do Egito e lhe deu o sábado como sinal entre ele e Israelitas. Esta é a origem do sábado judaico. Em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Deut. (5:15 )&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; diz que Deus ordenou a guarda do sábado em memória da libertação do povo de Israel da escravidão do Egito. Isto mostra que a guarda do sábado (assim como todos os rituais da lei) era apenas para os israelitas, como vemos em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Salmos (147:19,20)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Quanto à passagem de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Gênesis( 2:2,3),&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; o texto diz que Deus concluiu a sua obra no sétimo dia; ou seja, ele mesmo trabalhou neste dia concluindo a sua obra.Vale lembrar que apesar de sua importância para os judeus, o sábado era constantemente violado para: circuncidar os bebês, praticar os sacrifícios, manter a chama acesa sobre o altar e outras atividades , como mostra &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Levít.(12:2,3;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;23:26-43; 24:5-9;II Crôn.31:3; João 7:21-23)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. E foi próprio Deus quem ordenou a quebra do sábado em favor de todos estes rituais. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNoSpacing&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;             Mas em termos de seita radicais, as Testemunhas de Jeová superam tudo o que se possa imaginar sobre irracionalidade. Eles dizem basear-se na Bíblia em sua recusa na transfusão de sangue. Entendem que esta proibição foi dada à humanidade em geral, visto que foi transmitida por Deus a um homem que a Bíblia apresenta como ancestral de todos os homens, Noé. Além disso, reforçando esta aplicação geral, a ordem teria sido dada na ocasião em que Noé, tal como o primeiro homem Adão, iria dar um novo início à sociedade humana. Esta mais antiga referência bíblica ao uso de sangue diz o seguinte:&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;span&gt;                                         &lt;/span&gt;Génesis 9:3-5 &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                 &amp;quot;Tudo o que se move e vive vos servirá de alimento; eu vos dou tudo isto, como vos dei a erva verde. Somente não comereis carne com a sua alma, com seu sangue. Eu pedirei conta de vosso sangue, por causa de vossas almas, a todo animal; e ao homem que matar o seu irmão, pedirei conta da alma do homem.&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNoSpacing&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;           As Testemunhas de Jeová entendem que esta ordem não era uma mera restrição alimentar ou dietética visto que se associa o sangue não só com o alimento mas também com o assassínio. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Uma citação que claramente condena o assassinato e o consumo de carnes cruas, foi distorcida ao extremo por essa seita que acabou por ver no texto, uma proibição à transfusão de sangue em seus adeptos, preferindo a morte dos mesmos. São muitos os casos em que a justiça determina a transfusão de sangue nessas pessoas, entendendo que o direito à vida é um preceito fundamental da sociedade moderna . Porém, após a transfusão, esses religiosos são expulsos da seita e tratados como renegados e pecadores mortais. Em matéria de interpretração aloprada da Bíblia, as Testemunhas de Jeová superam em muito os inquisidores medievais da Igreja Católica.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span&gt;          &lt;/span&gt;O problema crucial é a atitude de muitos religiosos que exigem respeito às suas crenças, mas negam o direito às pessoas de contestá-las. A contestação racional não é intolerância. É sim, a exigência que num estado legal de direito, religiosos e não-religiosos tenham o mesmo direito perante as leis civis e portanto as mesmas obrigações. Religião não deveria trazer regalias e privilégios legais, mas sim resignação e fé. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>O dia em que o Brasil "apagou" !</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2009-11-13T23:53:44Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;background: white; text-align: justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;Itaipu&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;strong&gt; ou &lt;span&gt;Usina Hidrelétrica de Itaipu&lt;/span&gt; (&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Guarani&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;:&lt;/font&gt; Itaipu, &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Espanhol&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;: Itaipú) é uma &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;usina hidrelétrica&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; no &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;rio Paraná&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;, localizada na &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;fronteira&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; entre &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Brasil&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Paraguai&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;.O nome &amp;quot;Itaipu&amp;quot; foi tirado de uma ilha que existia perto do local de construção. No &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;idioma Guarani&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;, Itaipu significa &lt;em&gt;&amp;quot;o som de uma pedra&amp;quot;&lt;/em&gt;. A &lt;span&gt;Itaipu Binacional&lt;/span&gt; é a &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;empresa&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; que gere a maior &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;usina&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;hidrelétrica&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; em funcionamento e em capacidade de geração de energia no mundo. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;É uma empresa binacional construída pelo &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Brasil&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; e pelo &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Paragua&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;i&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; no &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;rio Paraná&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;, no trecho de fronteira entre os dois países, 15 km ao norte da &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Ponte da Amizade&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;. O projeto vai de &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Foz do Iguaçu&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;, no &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Brasil&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;, e &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Ciudad&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;del Este&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;, no &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Paraguai&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;, no sul, até &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Guaíra&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Salto del Guairá&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;, no norte. A capacidade instalada de geração da usina é de 14 &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;GW&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;, com 20 unidades geradoras fornecendo 700 &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;MW&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; cada. No ano de 2008, a usina geradora atingiu o seu recorde de produção, com 94,68 bilhões de quilowatts-hora (&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;kWh&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;), fornecendo 90% da energia consumida pelo &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Paraguai&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; e 19% da energia consumida pelo Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;No dia 10 de Novembro, terça- feira, um grande blecaute de &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;energia&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;elétrica&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; afetou 30% do território &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;brasileiro&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; e grande parte do &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Paraguai&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;. É considerado o segundo maior &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;apagão&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; ocorrido no &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Brasil&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;, sendo superado somente pelo &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;blecaute de 11 de março de 1999&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;. O início do &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;blecaute&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; se deu às 22h13min , quando o sistema de proteção da Usina Hidrelétrica de Itaipu, desligou todas as turbinas, devido a problemas em três linhas de trasmissão nos estados de &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;São Paulo&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Paraná&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;.. O blecaute afetou vários &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;municípios&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; de 18 &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;estados&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;. Basicamente, a transmissão de Energia de Itaipu, desemboca em três sistemas de distribuição. Os sistemas são preparados para “contingências duplas”, ou seja, mesmo que dois dos sistemas falhem, o terceiro é capaz de desviar energia e abastecer a falha. Uma “contingência tripla”, paralisou a distribuição de energia de Itaipu. ´Daí pra frente, se formou o já famoso “ Circo do Lula” . Ninguém sabia o que tinha acontecido. Após 12 horas de silêncio e sem saber a causa, o Ministro das Minas e Energias, o profundamente incompetente Edison Lobão, sem saber o que dizer, apelou para a causa &lt;span&gt; &lt;/span&gt;mais provável: “Descargas atmosféricas, causaram a pane do sistema ! Assunto encerrado ! “. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Lobão afirmou que o incidente, que afetou 18 estados brasileiros, ocorreu por causa de &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;raios&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;, &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;ventos&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;chuvas&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; que ocorreram na cidade de &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Itaberá&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;, &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;São Paulo&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;, que teria provocado um &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;curto circuito&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; nas linhas de transmissão que vêm da &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Usina Hidrelétrica de Itaipu&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;O &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;presidente&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;do&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Brasil&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;, &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Luiz&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Inácio&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Lula&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;da&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Silva&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;, comentou sobre o ocorrido e disse que: &amp;quot;Não faltaram investimentos no sistema elétrico&amp;quot; e que &amp;quot;durante os sete anos, seu governo investiu em linhas de transmissão o equivalente a 30% de tudo que foi feito de 123 anos no país”.&lt;span&gt;                                              &lt;/span&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         &lt;/span&gt;Menos de 12 horas após o pronunciamento dos incompetentes, o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), desmentiu os mentirosos compulsivos. O INPE , declarou, que no momento da pane, não havia condições metereológicas que justificassem a falta de energia. Em outra palavras, seria impossível a chuva ter causado o apagão. Os engenheiros chegaram a afirmar que as linhas de transmissão suportam ventos de até 130 km/h, o que nunca aconteceu no Brasil. Então, o que causou o apagão?&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;O problema do Brasil não é a geração de energia, mas sim, a distribuição. Especialistas, como o professor de Eletrotécnica e Energia da &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;USP&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; Ildo Sauer, alegam ser raríssimo um conjunto de fenômenos climáticos causar uma pane dessa magnitude. Para Sauer, o mais provável foi falta de gestão no sistema de transmissão, revelando que o atual governo não aprendeu com os erros do passado. A repercussão mundial foi enorme. A rede americana &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;CBS&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; difundiu a hipótese de que este episódio, assim como blecautes anteriores provocados no Brasil em 2005 e 2007, foram provocados por ataques de &lt;em&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;hackers&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; mal intencionados (&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;crackers&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;) contra o sistema de computadores que controla a rede elétrica. O governo descartou completamente esta hipótese. &lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;   O problema principal é que as empresas concessionárias de energia, nos estados, não suportam mais impostos e pararam de investir em estrutura. Só o ICMS,&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt&quot;&gt; sozinho responde por 26% da tarifa. Em países com imposto médio como os EUA, o valor é de 7%; para países com valor elevado de risco, como o México é de no máximo 15%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Tributos e encargos geram elevação de tarifa. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Aumento no preço da transmissão faz com que o custo no transporte de energia (US$ 23 por MW/h) seja quase o mesmo da geração (US$ 25).&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt&quot;&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;Até agosto de 2004, 41 das 64 empresas do país passaram pelo processo de revisão tarifária. Desse universo, somente três processos foram concluídos. Os demais estão com valores de revisão provisórios, o que gera incerteza para que eles invistam em estrutura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           O custo para levar luz elétrica à porcentagem da população ainda não atendida é elevado. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;As distribuidoras afirmam que as alterações no setor elétrico não resolveram o problema do risco cambial da energia de Itaipu. As distribuidoras são obrigadas a comprar uma cota da energia pagando em dólar, mas só podem reajustar as tarifas, uma vez por ano. O resultado dessa equação perversa, resulta em tarifas altas, energia de má qualidade, linhas de transmissão vulneráveis.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Em 6 anos, o governo investiu 1,5 bilhão de reais em infra-estrutura energética, o que representa 10 vezes menos com o que ele gasta só com o bolsa-família por ano. &lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          &lt;/span&gt;O apagão mostra a fragilidade do governo e o ônus de colocar no ministério, um político, sem nenhuma formação técnica ou experiência. Como aconteceu outras vezes, o prejuízo será da população. Ao contrário do que diz Lula, desde Fernando Henrique, não houve investimentos significativos no sistema elétrico, mas sim uma privatização maciça do setor, e o esmagamento dessas empresas em impostos. O “ministro” Lobão foi chamado a CPI do Congresso para explicar o ocorrido. Mas com o seu “profundo” conhecimento da área, talvez nunca saibamos o que realmente aconteceu.&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://blogspot-loufilho.criarumblog.com/Lourival-b1/O-dia-em-que-o-Brasil-apagou-b1-p56778.htm</guid>
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		<title>O Sol vai realmente morrer ?</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2009-10-25T13:29:54Z</pubDate>
		<description>&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;span&gt;      &lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;     &amp;quot;&lt;/strong&gt; O quarto anjo despejou sua taça no Sol. E o Sol recebeu permissão para queimar os homens com seu fogo.E os homens ficaram tão abrasados com esse calor intenso, que começaram a blasfemar contra Deus, que tem o poder de controlar essas pragas.Mas, não se converteram para dar glória a Deus&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;             ( Apocalipse 16;8 )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;       &lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;      A Bíblia Sagrada prega que a primeira vez que Deus resolveu destruir o mundo, o fez com água , no Dilúvio. Porém, a grande destruição final, segundo a Bíblia, será com fogo&lt;em&gt;.&lt;/em&gt; Sem dúvida, o medo universal de que um dia o Sol exploda e nos engula  a todos remota da Antiguidade. Para descrever um eclipse total do Sol, os chineses utilizam a expressão &amp;quot;ri quan shi&amp;quot;, que significa &amp;quot;o sol está inteiramente comido&amp;quot;. No passado, os chineses acreditavam que um dragão celeste ou um cão devorava o Sol durante o eclipse. Isso explica porque muitas pessoas batem em tambores ou panelas quando vêem um eclipse. A idéia é afugentar o animal, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Algumas pessoas defendem que o fato de que as várias civilizações no mundo tem apresentado narrações apocalípticas semelhantes, sugere que estas têm uma origem comum e ancestral (supostamente revelada ao homem por um ser dotado de inteligência superior, entre outras teorias) que foi sendo deturpada pela transmissão oral. Esta visão assume, por vezes, um caráter até ecológico, ao propor que a mensagem do apocalipse se refere à capacidade que o homem civilizado tem para destruir o mundo, quem sabe, através do fogo que atea nas florestas. Porém, se o homem não destruir antes o planeta, o que realmente será muito difícil de não acontecer, talvez a visão apocalíptica da destruição do mundo pelo fogo, faça sentido.&lt;/font&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;       &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;O &lt;span&gt;Sol&lt;/span&gt; (do &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;latim&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; &lt;em&gt;Sol&lt;/em&gt;) é a &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;estrela&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; central do &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Sistema Solar&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, onde o qual todos os outros corpos do Sistaema Solar, como &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;planetas&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;planetas anões&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;asteróides&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;cometas&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;poeira&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, (e todos os &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;satélites&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; associados destes corpos), giram em torno. Responsável por 99,86% da &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;massa&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; do Sistema Solar, o Sol possui uma massa 332 900 vezes maior a da &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Terra&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, e um &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;volume&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; 1 300 000 vezes o volume da &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Terra&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. A distância da Terra ao Sol é de cerca de 150 milhões de &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;quilômetros&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, ou 1,0 &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;unidade astronômica&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; (UA). A &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;luz solar&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; demora aproximadamente 08 &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;minutos&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e 18 &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;segundos&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; para chegar à &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Terra&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. A &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;e&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;nergia do Sol, na forma de &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;luz solar&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, suporta a maior parte da &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;vida&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; terrestre via &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;fotossíntese&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;, além de ser responsável pelo &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Clima&quot; title=&quot;Clima&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;clima&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e &lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tempo_(clima)&quot; title=&quot;Tempo (clima)&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;tempo&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; na Terra.&lt;span&gt;                                                      &lt;/span&gt;&lt;span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         &lt;/span&gt;O Sol é composto primariamente de &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;hidrogênio&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; (74% de sua massa, ou 92% de seu volume) e &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;hélio&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; (24% da massa solar, 7% do volume solar), com traços de outros elementos, incluindo &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;ferro&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;níquel&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;oxigênio&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;silício&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;enxofre&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;magnésio&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;néon&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;cálcio&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;crômio&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. O Sol possui a &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;classe espectral&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; de G2V, que significa que o Sol possui uma temperatura de superfície de aproximadamente 5 780 &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;K&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, dando-lhe uma &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;cor&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;branca&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, que é visto freqüentemente como &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;amarelo&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; no &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;céu&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; terrestre, devido à &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;dispersão&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; dos raios na &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;atmosfera terrestre&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, mais acentuado na cor &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;azul&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. É esta dispersão da luz azul do &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;espectro&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; que dá ao céu sua cor característica. Existem mais de 100 milhões de estrelas da classe G2 na &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Via Láctea&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. Considerado anteriormente como uma estrela pequena e relativamente insignificante, acredita-se atualmente que o Sol seja mais brilhante do que 85% das estrelas na Via Láctea. Muito&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;se especula de que maneira o Sol deixará de existir ou se realmente isso acontecerá. É evidente, que como todo elemento da Natureza, uma estrela tem um nascimento, vida e morte. Para entendermos esse proceso&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;vejamos algumas definições de astros celestes.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;            &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;/span&gt;Supernova&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt; é o nome dado aos corpos celestes surgidos após as explosões de &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;estrelas&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; (estimativa) com mais de 10 &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;massas solares&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, que produzem objetos extremamente brilhantes, os quais declinam até se tornarem invisíveis, passadas algumas semanas ou meses. Em apenas alguns dias o seu brilho pode intensificar-se em 1 bilhão de vezes a partir de seu estado original, tornando a estrela tão brilhante quanto uma galáxia, mas, com o passar do tempo, sua temperatura e brilho diminuem até chegarem a um grau inferior aos primeiros. Uma Supernova possui todos os elementos da tabela periódica, conseqüentemente pode causar a extinção dos seres da Terra, mas também pode gerar vida.&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;    &lt;/span&gt;B&lt;strong&gt;uraco negro&lt;/strong&gt; é um objeto com &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;campo gravitacional&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; tão intenso que a &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;velocidade de escape&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; excede a &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;velocidade da luz&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; (299.792,458 &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;km/s&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, equivalente a 1.079.252.848,8 &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;km/h&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;). Nem mesmo a &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;luz&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; pode escapar do seu interior, por isso o termo &amp;quot;negro&amp;quot; (cor aparente de um objeto que não emite nem reflete luz, tornando-o de fato invisível). A expressão &amp;quot;buraco negro&amp;quot;, para designar tal fenômeno, foi cunhada pela primeira vez em &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;1968&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; pelo &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;físico&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;americano&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;John Archibald Wheeler&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, em um &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;artigo científico&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; histórico chamado &lt;em&gt;The Known and the Unknown&lt;/em&gt;, publicado no &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;American Scholar&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e no &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;American Scientist&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. &lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span&gt;           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Gigantes Vermelhas&lt;/strong&gt; é a denominação&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;das estrelas que anteriormente tinham um tamanho equivalente ao do Sol (até 4 vezes a massa solar) mas esgotaram o suprimento de hidrogênio em seu núcleo. Durante a fase inicial de vida, a estrela esteve queimando hidrogênio &lt;em&gt;no núcleo&lt;/em&gt; a uma temperatura de 2 .10&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;K e transformando-o em Hélio. Todas as estrelas na &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;sequência principal&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, como o &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Sol&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;, terão sua fase de gigante. Durante a sua fase de desenvolvimento inicial, na qual ela se encontra na sequência principal, a estrela esteve queimando &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Hidrogênio&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e acumulando &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Hélio&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; (já que a temperatura nesta fase não é suficiente para usar o Hélio como combustível). O Hélio produzido nesta primeira fase foi-se acumulando, devido à gravidade, no próprio núcleo. Quando a estrela esgotar o estoque de hidrogênio no núcleo as reações no centro da estrela começarão a se esgotar até parar. A estrela então entra em &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;colapso gravitacional&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. As camadas interiores colapsam mais rapidamente que as exteriores e, devido à compressão, a temperatura do núcleo volta novamente a subir. Este novo aumento de temperatura permite uma nova fase de queima de hidrogênio na casca ao redor do núcleo, chamada de &lt;em&gt;queima de casca&lt;/em&gt;. Esta &lt;em&gt;queima de casca&lt;/em&gt; é um processo rápido uma vez que a casca ainda está se colapsando e a temperatura subindo. A luminosidade então aumenta&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. A camada externa da estrela expande-se devido à nova onda de energia vinda do interior. A estrela torna-se uma subgigante e posteriormente se tornará uma Gigante&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Vermelha.&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;/span&gt;Anã branca&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt; é o objeto celeste resultante do processo evolutivo de estrelas de até 10 M , o que significa dizer que cerca de 98% de todas as estrelas evoluirão até a fase de anã branca, entretanto, somente 6% dos objetos nas vizinhanças do &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Sol&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; são anãs brancas. Estrelas com até 10 M, ( massa do Sol), &lt;span&gt; &lt;/span&gt;não são massivas o suficiente para que a temperatura em seu núcleo seja suficientemente alta para que possam fundir carbono em &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;reações de nucleossíntese&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;. Após terem se tornado Gigantes Vermelhas durante a fase de queima nuclear de Hélio/Hidrogênio, elas ejetarão sua camada externa, formando uma &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;nebulosa planetária&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e deixando para trás, um núcleo composto praticamente de &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;carbono&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; e &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;oxigênio&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Embora este núcleo seja mil vezes mais luminoso que o Sol e com uma temperatura efetiva que pode chegar a 150 000 K, ele não tem uma fonte de &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;energia&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; adicional, e irá gradualmente irradiar sua energia e esfriar. O núcleo, sem o suporte contra o colapso gravitacional oferecido pelas reações de fusão termonucleares, torna-se extremamente denso, com uma &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;massa&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt; típica de 0.6 M ( M= massa do Sol) , ficandocontida em um volume comparável ao da &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Terra&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;.&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span&gt;                                                                                                      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;          U&lt;span&gt;ma catastrófica e repentina explosão solar nunca deve acontecer. Tal fenômeno acontece somente com estrelas cuja massa é de 5M a 10M. &lt;/span&gt;Estrelas como o Sol morrem menos catastroficamente. O Sol, daqui a alguns bilhões de anos, vai começar a expandir suas camadas externas, que se estenderão até a distância de Marte, aproximadamente. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: &#039;Times New Roman&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;Nesta fase ele vai se transformar numa estrela chamada de gigante vermelha. Neste momento todos estaremos mortos, pois a temperatura na Terra ficará muito alta, impedindo a vida no planeta. Depois, o Sol vai perder as camadas externas, chegando na fase de nebulosa planetária. O que sobrar será&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;uma estrela muito compacta, com cerca de uma massa do Sol e compactada num raio igual ao da Terra, a chamada anã branca, Portanto, ao contrário das Supernovas, que morrem por meio de uma explosão, o Sol vai morrer aos poucos, terminando sua vida como uma estrela anã branca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Entretanto, incrédulo como sou, duvido muito que a Terra sobreviva aos próximos mil anos, quanto mais a bilhões de anos. Mesmo antes do Sol morrer, as atividades  solares e o aumento da temperatura do planeta, fará com que toda a água dos oceanos se evapore, o que torna essa discussão de vida e morte, completamente inútil.. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: &#039;Times New Roman&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;     O Sol infelizmente, morrerá solitário, sem nada para iluminar e ninguém para chorar sua morte. Quem sabe, com a evolução da tecnologia, no futuro, o homem consiga interferir no nosso destino inevitável da auto-destruição. Talvez no futuro, os homens entendam que a  natureza deve seguir seu curso.  Ou quem sabe, seja melhor acabar pelo fogo do que pela fome.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: &#039;Times New Roman&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://blogspot-loufilho.criarumblog.com/Lourival-b1/O-Sol-vai-realmente-morrer-b1-p56777.htm</guid>
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		<title>O Nobel de Física 2009</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2009-10-11T14:11:15Z</pubDate>
		<description>&lt;span class=&quot;Ttulo2Char&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;        &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Ttulo2Char&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;background: white; text-align: justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;Ttulo2Char&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;       &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;O Prêmio Nobel de Física de 2009 foi dividido entre três pesquisadores que, nos anos 60, ergueram os alicerces para a infra-estrutura da mídia digital e das telecomunicações atuais. Metade do prêmio coube a &lt;strong&gt;Charles&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Kao&lt;/strong&gt;, que já atuou no Laboratório de Telecomunicação Padrão, em Harlow, Inglaterra, e atualmente trabalha na Universidade Chinesa de Hong Kong. Kao, foi pioneiro no campo das fibras ópticas, que proporcionou &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Ttulo2Char&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;a transmissão de informação por fibras de vidro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt; flexíveis.&lt;/span&gt; &lt;span&gt;A Fibra óptica&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt; é um finíssimo filamento de vidro ou de materiais poliméricos com capacidade de transmitir &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Luz&quot; title=&quot;Luz&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;luz&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Tal filamento pode apresentar diâmetros variáveis, dependendo da aplicação, indo desde diâmetros ínfimos, da ordem de micrômetros (mais finos que um fio de &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;cabelo&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;) até vários milímetros.A fibra óptica foi inventada pelo físico indiano &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Narinder Singh Kapany&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. O processo de transmissão da luz pela fibra segue um princípio único, independentemente do material usado ou da aplicação: é lançado um feixe de luz numa extremidade da fibra e, pelas características ópticas do meio (fibra), esse feixe percorre a fibra por meio de reflexões sucessivas.A fibra possui no mínimo duas camadas: o núcleo e o revestimento. No núcleo, ocorre a transmissão da luz propriamente dita. A transmissão da luz dentro da fibra é possível graças a uma diferença de &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;índice de refração&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; entre o revestimento e o núcleo, sendo que o núcleo possui sempre um índice de refração mais elevado, característica que aliada ao &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;ângulo de incidência&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; do feixe de luz, possibilita o &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;fenômeno&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; da &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;reflexão&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; total.As fibras&lt;/font&gt; ópticas são utilizadas como meio de transmissão de &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;ondas eletromagnéticas&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; (como a luz) uma vez que são transparentes e podem ser agrupadas em cabos. Estas fibras são feitas de &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;plástico&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; ou de &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Vidro&quot; title=&quot;Vidro&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;vidro&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. O vidro é mais utilizado porque absorve menos as ondas eletromagnéticas. As ondas eletromagnéticas mais utilizadas para condução na fibra óptica, são as correspondentes ao comprimento de onda da luz &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;infravermelha&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;. Para transmitir dados pela fibra óptica, é necessário um equipamento especial chamado infoduto, que contém um componente fotoemissor, que pode ser um &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;diodo&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; emissor de luz &lt;strong&gt;(&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;LED&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt; ou um diodo &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;laser&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;. O fotoemissor converte sinais &lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;elétricos&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; em pulsos de &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;luz&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; &lt;/font&gt;que representam os valores &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;digitais&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;binários&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt; (0 e 1). &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Kao&lt;/strong&gt;, percebeu que, eliminando impurezas do vidro, o material poderia formar um meio ideal para a propagação de luz de alta freqüência. Na época em que iniciou seus trabalhos, somente 1% a luz da luz transmitida era recuperada depois de um percurso de apenas 20 m de fibra óptica. Atualmente, 95% da luz transmitida continua sendo preservada depois de 1 km. A outra metade do prêmio foi partilhada pelos pesquisadores dos Laboratórios Bell, em Murray Hill, Nova Jersey, &lt;strong&gt;Willard Boyle&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;George Smith&lt;/strong&gt;, inventores do dispositivo de carga acoplada (CCD, na sigla em inglês), que substitui os filmes convencionais na maioria das câmeras digitais. &lt;/span&gt;CCD (&lt;em&gt;charge-coupled device&lt;/em&gt;) ou &lt;span&gt;Dispositivo de Carga Acoplada&lt;/span&gt; é um &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;sensor&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt; para captação de &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;imagens&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt; formado por um &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;circuito &lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;integrado&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt; contendo uma &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;matriz&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt; de &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;capacitores&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt; ligados (acoplados). Sob o controle de um circuito externo, cada capacitor pode transferir sua carga elétrica para um outro capacitor vizinho. Os CCDs são usados em &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;fotografia&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;digital&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;, imagens de satélites, equipamentos médico-hospitalares (como por exemplo os &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;endoscópios&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;), e na &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;astronomia&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt; (particularmente em fotometria, óptica e espectroscopia UV e técnicas de alta velocidade). A capacidade de resolução ou detalhe da imagem depende do número de células fotoelétricas do CCD. Expressa-se este número em &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;pixels&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;. Quanto maior o número de pixels, maior a &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/ResoluÃ§Ã£o&quot; title=&quot;Resolução&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;resolução&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt; da imagem. Atualmente as câmeras fotográficas digitais incorporam CCDs com capacidades de até 160 milhões de pixeis. &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;                                                        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;             Pixel ou Píxel (sendo o plural &lt;em&gt;píxeis&lt;/em&gt;) (aglutinação de &lt;em&gt;Picture&lt;/em&gt; e &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;El&lt;/strong&gt;ement&lt;/em&gt;, ou seja, elemento de imagem, sendo &lt;em&gt;Pix&lt;/em&gt; a abreviatura em inglês para &lt;em&gt;Picture&lt;/em&gt;) é o menor elemento num dispositivo de exibição (como por exemplo um &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;monitor&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;), ao qual é possivel atribuir-se uma &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;cor&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;. De uma forma mais simples, um pixel é o menor ponto que forma uma &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: windowtext; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;imagem digital&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;, sendo que o conjunto de milhares de pixels formam a imagem inteira. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Num monitor colorido cada Pixel é composto por um conjunto de 3 pontos: verde, vermelho e azul. Nos melhores monitores cada um destes pontos é capaz de exibir 256 tonalidades diferentes (o equivalente a 8 bits) e combinando tonalidades dos três pontos é então possível exibir pouco mais de 16.7 milhões de cores diferentes. Em resolução de 640 x 480 temos 307.2 mil pixels, a 800 x 600 temos 480 mil, a 1024 x 768 temos 786.432 mil e assim por diante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Em 2007, &lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;nunca o Brasil esteve tão perto de conquistar o seu primeiro Prêmio Nobel. Nesse ano, o francês Albert Fert ganhou o Nobel de Física por suas pesquisas com magnetorresistência gigante (GMR). Os estudos de Fert tiveram a contribuição do gaúcho Mario Norberto Baibichi, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e principal autor do artigo sobre a descoberta, publicado na revista científica Physical Review Letters. Nessa época, ás vésperas da divulgação do Censo da Ciência Nacional 2006, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) admitiu que 21 mil grupos estavam envolvidos em pesquisas no país. Com tantos cientistas em atividade, o que falta ao Brasil para entrar na galeria dos imortais?. A resposta é: Investimento. Todos esses grupos trabalham com verbas insignificantes do governo. Muita gente,mas com poucos recursos. Ou investimos tudo o que temos em ciência e tecnologia ou o Brasil perde todas as chances no século 21, que perdeu no século passado. &lt;/font&gt;&lt;span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;          A tecnologia digital de hoje deve , nos primórdios, à genialidade de Albert Einstein, que descreveu com exatidão o efeito fotoelétrico e que proporcionou muito da tecnologia que usamos hoje em aparelhos eletrônicos, como o controle remoto, as portas automáticas, os sensores de movimentos, a transmissão de dados por infra-vermelho pelo celular e centenas de outras aplicações. Einstein foi o primeiro cientista a ganhar um prêmio Nobel por descobertas tecnológicas.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; background: white; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;span&gt;                   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Um abraço ! Lourival Filho&lt;span&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;span&gt;                                                       &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;background: white; text-align: justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;</description>
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		<title>Eu não acredito no ENEM</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2009-10-06T01:36:20Z</pubDate>
		<description>&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: black; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: black; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;      Em 2006, o vestibular da UFMA (Universidade Federal do Maranhão) foi anulado devido a uma suposta fraude. Na época, doze pessoas, sendo oito candidatos, foram detidas por suspeita de envolvimento na fraude no dia da prova, em 09 de abril. De acordo com o inquérito da PF (Polícia Federal), os candidatos envolvidos na fraude receberam o gabarito da prova, que havia sido previamente resolvida pelos chamados &amp;quot;pilotos&amp;quot;. O meio de transmissão das respostas não foi divulgado, mas constatou-se que os compradores dos gabaritos pagaram de R$ 30 mil a R$ 70 mil, ainda segundo a PF. O esquema foi descoberto pela coincidência nas respostas dos envolvidos e, principalmente, nos erros cometidos por eles. Todos os suspeitos presos pela Polícia Federal confessaram seu envolvimento na fraude. De lá até agora, muito pouco mudou. A UFMA investiu em rastreadores de celulares, agentes da Polícia Civil e Federal apoiavam a realização do concurso, porém denúncias de fraude, sempre ocorreram.O ENEM vai se constituir no maior esquema de fraudes da história, pelo simples motivo dele ser inaplicável na prática. São mais de 4 milhões de candidatos, no maior concurso do mundo. É simplesmente impossível. As Universidades sabiam disso quando o adotaram, pois viviam travando uma eterna batalha contra a fraude. Era o caso da UFMA que fazia um vestibular problemático e fraudulento, isso com pouco mais de 10 mil alunos. Agora imaginem 4,5 milhões de alunos. Um concurso gigantesco com gigantescas possibilidades de corrupção. O problema do ENEM não vai ser somente a fraude, ele se constitui no maior concurso do mundo e a verdade é que ninguém sabe realmente como ele funciona. Nem os candidatos. Pergunte a um candidato, como vai ser o procedimento de matrícula, após o resultado. Nenhum deles sabe direito.&lt;span&gt; O &lt;/span&gt;ENEM é, em sua essência, uma impropriedade. Ele é inaplicável. O concurso que foi alardeado pelo governo, como um processo revolucionário de avaliação, se constituiu num festival de trapalhadas. A prova que vazou e que foi disponibilizada em vários sites mostrou claramente isso. Uma prova totalmente interpretativa, que não testa absolutamente nada do que o aluno aprendeu no ensino médio. Qualquer pessoa pode resolvê-la. É somente ler o texto e marcar a opção abaixo. Um concurso que despreza o conhecimento e valoriza apenas a percepção. Na desculpa de acabar com a “decoreba” e desenvolver a interpretação, a prova do ENEM é uma leitura chata e entediante, com enormes enunciados e resolução elementar. Eu não sou contra mudanças, porém elas devem ser feitas de modo gradual. Em tudo que se refere à educação, no Brasil, as coisas são feitas de cima pra baixo. No “Jornal Hoje”, da Rede Globo, numa matéria claramente tendenciosa, um repórter afirma que a quantidade de alunos da Escola Pública nas Universidades, tem aumentado. É claro que tem aumentado, mas não por mérito do ensino público. O sistema de cotas e o PROUNE,vem descarregando milhares desses alunos na Universidade, muitos deles sem nenhum preparo. Novamente, o discurso demagogo da “inclusão social”, deixa de lado o mérito e promove a desigualdade de oportunidades. O sistema de cotas foi a mais nítida declaração de incompetência de um governo que não consegue promover a igualdade social, a não ser através de leis polêmicas e do sacrifício de impostos da classe trabalhadora. O assistencialismo falhou em todos os países em que foi implantado, pois não consegue reduzir a miséria, apenas consegue criar mais vagabundos. Hoje, existem pessoas que desistiram de trabalhar para viver somente dos programas assistenciais do governo. O ENEM é mais uma dessas bactérias sociais. É mais uma vez, o governo como elemento concentrador e manipulador das decisões. As Universidades perderam sua autonomia de decidir de acordo com as diferenças regionais e entregaram ao governo federal seus destinos. Mas, um sistema esmagador e centralizador, como o governo Lula, age assim. Primeiro tentou matar as Universidades de fome, para que no último suspiro destas, oferecer-lhes a “mão salvadora”, às custas da vergonha na cara que esses reitores deveriam ter. A fraude no ENEM custou à sociedade, 35 milhões de reais. Mas, isso não quer dizer nada, pois muita gente lucrou enquanto isso, pois o ministro teve a&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;“ cara de pau” de dizer que recebeu dezenas de e-mails de candidatos, elogiando o adiamento da prova, pois assim teriam&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;mais tempo de se prepararem. Quer dizer, vamos jogar 35 milhões de reais pelo ralo, somente para que uma meia dúzia se “preparem melhor”. Um gigantesco desperdício para um país tão miserável como o nosso.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Mas, não é de hoje que o ENEM falha. Em 2007, um erro no boletim do INEP, atribuiu nota zero para mais de 5 mil candidatos. Todo mundo entrou em desespero, pois quem não tinha acesso à Internet, não podia tentar solucionar o erro. Este ano, a coisa foi errada desde &lt;span&gt; &lt;/span&gt;o início . O sistema falhou de novo e começou a distribuir aleatoriamente os alunos. O INEP declarou:“ P&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;or enquanto, não é possível mudar o local da prova&amp;quot;, informou o órgão, por meio de sua assessoria de imprensa. O Inep ressaltou ainda que o erro na distribuição dos alunos foi identificado “somente” na cidade de São Paulo. Isso significa que pode ter acontecido em outros lugares? Apesar da explicação, casos como o dos irmãos Tainah e José Ryuich Nozema, de 18 e 16 anos, respectivamente, permaneceram sem nenhuma resposta. Eles moram no mesmo endereço, na Vila Guilherme, zona norte, e se inscreveram juntos no Enem. No entanto, fariam o exame em lugares completamente diferentes - ele, na Barra Funda, zona oeste, e ela, na Represa de Guarapiranga, no extremo sul da capital. Neste ano, a Fuvest, que não adotou integralmente o ENEM, por desconfiança, abriu uma opção aplaudida pelos candidatos: a chance de escolher o local de prova. A medida foi lembrada por vestibulandos que terão de percorrer até 33 quilômetros para fazer a prova do Enem. Além disso, a Fuvest comunica, com dois meses de antecedência, o local e a data do vestibular às empresas responsáveis pelo transporte público (SPTrans, CPTM e Metrô), energia e abastecimento e à Polícia Militar para garantir a tranqüilidade do exame.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;Os organizadores da FUVEST, divulgaram uma nota na sexta-feira (28) de Agosto, para informar que iriam utilizar apenas o número do CPF na prova, pois, segundo a nota, &amp;quot;vários candidatos reportaram dificuldade na obtenção do número de inscrição do Enem 2009, junto ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais(Inep), pois o sistema era lento e não carregava&amp;quot;. Na UNICAMP, o Enem forneceu um número provisório para os candidatos, que não batia com os dados originais. Uma completa bagunça. A UNICAMP, também informou que aceitaria a nota do ENEM, mesmo que o aluno tirasse zero na redação. O que é isso?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;É nesse completo e absoluto caos que o ENEM será aplicado esse ano. Porém, Lula &amp;quot;demagogo&amp;quot; da Silva, declarou que : &amp;quot; O roubo da prova, foi um ato planejado para desestabilizar o governo! Deve ter alguém contra o ENEM!&amp;quot;. Parecia o discurso dos Generais da ditadura: &amp;quot; Os subversivos comunistas querem tomar o poder!!!&amp;quot;. Essa prova foi roubada porque deram oportunidade e o sistema de segurança era medíocre. Quem são as pessosas que querem desestabilizar o governo Lula?Um DJ e um segurança de gráfica? Fala sério!. Quando ocorre um problema como o vazamento da prova do Enem, também fica claro que se debate muito pouco o próprio exame e sobre isso, só cursinhos opinam, nunca se saberá por quê. Pouco ou nada foi declarado sobre a questão, que deveria ser central. Quais as perguntas que devem ser feitas aos estudantes e como fazê-las, para verificar se, afinal, eles têm ou não, ou em que medida, o conjunto de competências e habilidades, que são expressões criadas pelos pedagogos do governo e das quais desconfio muito, e se realmente elas são necessárias para se avançar na escola ou para a vida profissional e social. É esse o retrato do ENEM: sem regras claras, objetivos pedagógicos confusos, criticado quanto a sua seriedade, questões muito longe da nossa realidade regional e contando com a famosa “experiência” do governo, especialista em fazer concursos fraudulentos. Infelizmente, nada nos resta , a não ser a submissão.&lt;span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                         07/12/20209&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Como eu já havia comentado no artigo acima, o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) está destinado à confusão. Após uma tentativa de fraude, que adiou a sua realização em dois meses e fez com que universidades tradicionais como USP e Unicamp desistissem de usar a nota da prova, mais uma trapalhada manchou a iniciativa do governo federal de substituir o vestibular nas instituições federais pelo Enem. O Ministério da Educação divulgou um gabarito por volta das 20h de ontem e, duas horas depois, retirou os resultados do site. A explicação: “Foi identificada inconsistência nos gabaritos dos diferentes modelos de prova publicados. Os gabaritos corretos serão publicados o mais breve possível”. A nota oficial justificava a retirada do gabarito no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do MEC responsável pela aplicação do Enem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       As 45 questões de cada prova foram embaralhadas e distribuídas em cadernos coloridos. Um estudante ganhava a prova azul, e outro, sentado ao lado dele, ganhava uma prova rosa. As questões eram as mesmas, mas estavam dispostas em ordem diferente. Por exemplo: a questão 93 da prova de Linguagem e Códigos e suas Tecnologias no caderno rosa tinha a resposta D. A mesma questão, no caderno azul, estava no número 92 e, segundo o gabarito do MEC, tinha como resposta certa a letra A. Essas “inconsistências” começaram a ganhar força em fóruns da internet e respaldo em professores de cursinhos, que começaram a comparar os diversos cadernos e a confirmar que havia algo errado. Professores de cursinhos! sempre eles!A única voz que se levanta contra essa insanidade que é o ENEM. A maioria dos alunos com quem falei, inclusive professores, disseram que não dava tempo nem de ler todas as questões, no tempo que foi dado, quanto mais resolvê-las. Quem elabora , parece perdido. Não se conseguiu ainda um ponto de equilíbrio nessa prova, ou ela é ridicularmente fácil ou incrivelmente cansativa e redundante. Mas, não tenha esperança que isso vai se resolver tão fácil, mais trapalhadas vem por aí !  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>A professora e o pichador !</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2009-09-24T17:21:37Z</pubDate>
		<description>&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot; size=&quot;3&quot;&gt;      &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;             A maioridade penal, fixada em dezoito anos é definida pelo artigo 228 da constituição. É a idade que o indivíduo passa a ser julgado responsável pelos seus atos.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: #333333; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Pela legislação brasileira, um menor infrator não pode ficar mais de três anos internado em instituição de reeducação, como a FEBEM. As penalidades previstas são chamadas de “medidas sócio-educativas”. Apenas crianças até 12 anos são inimputáveis, ou seja, não podem ser julgadas ou punidas pelo Estado. De 12 a 17 anos, o jovem infrator será levado a julgamento numa Vara da Infância e da Juventude e poderá receber punições como advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida,  inserção em regime de semi-liberdade, ou internação em estabelecimento educacional. Não poderá ser encaminhado ao sistema penitenciário ou julgada&lt;/font&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: #333333; font-family: &#039;Arial&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: #333333; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;  A legislação brasileira sobre a maioridade penal entende que o menor deve receber tratamento diferenciado daquele aplicado ao adulto. Estabelece que o menor de 18 anos ainda não possui desenvolvimento mental completo para compreender o caráter ilícito de seus atos , adotando apenas o sistema biológico, em que é considerada somente a idade do jovem, independentemente de sua capacidade psíquica. Em países como Estados Unidos e Inglaterra não existe idade mínima para a aplicação de penas. Nesses países, leva-se em conta a índole do criminoso, tenha a idade que tiver, e sua consciência a respeito da gravidade do ato que cometeu. Em Portugal e na Argentina, o jovem atinge a maioridade penal aos 16 anos. Na Alemanha, a idade-limite é 14 anos e na Índia é de 7anos.&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          &lt;/span&gt; Na verdade, como toda lei bem-intencionada  que é feita no Brasil, o estatuto do menor e do adolescente, acabou tornando-se uma ferramenta preciosa nas mãos dos criminosos. A lei que foi feita para proteger os menores dos abusos e agressões, teve seu papel invertido e passou a servir de escudo para os menores criminosos. É simplesmente ridículo e totalmente impensável que os jovens de 17 anos, nos dias de hoje,  são completamente ingênuos e não tem o discernimento entre o certo e o errado.  A realidade mostra exatamente o contrário, o jovem comete crimes por ter plena consciência da impunidade. O tráfico e o crime organizado recrutam menores e os utiliza para a distribuição das drogas, promoverem assaltos e assassinatos, devido ao tratamento diferenciado que eles recebem, caso sejam presos e pela certeza que logo estarão de volta às ruas. Os policiais que prendem menores se sentem totalmente impotentes diante da arrogância desses menores, que debocham da lei e ameaçam a sociedade com a sua invulnerabilidade.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span class=&quot;perguntascorpo1&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: #333333; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt; &lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;A morte do menino João Hélio, de 6 anos, arrastado pelo cinto de segurança, por um carro depois de um assalto no Rio de Janeiro, reacendeu o debate sobre a redução da maioridade penal no país. Como em muitos outros crimes violentos, menores de idade tiveram papel ativo no brutal crime. Um dos assassinos, menor de 16 anos, foi condenado em 2008 a três anos, numa instituição de jovens infratores e logo estará de volta às ruas&lt;/font&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;Recentemente, o caso da professora&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;perguntascorpo1&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: #333333; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span class=&quot;perguntascorpo1&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: #333333; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;que mandou o aluno , que havia pichado a escola recém-pintada, reparar o dano, tomou conta da mídia. O ato cometido pelo rapaz foi deixado totalmente de lado, quando foi divulgado o vídeo em que a professora o chamou de “bobo da corte”, um insulto “impensável” contra o “coitadinho”. Os pais estão pensando em processar a professora pelo “trauma” causado ao jovem pichador. Trauma verdadeiro é o que vive a família do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel que foi assassinado por um menor, especialmente contratado para dar o tiro, após ter sido seqüestrado por bandidos. Na ocasião, o menor declarou que foi contratado somente para dar o tiro, uma vez que “nada lhe aconteceria”. &lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           &lt;/span&gt;Mas, o Brasil é o “país da piada pronta”. Com o objetivo de aumentar o número de eleitores e assim aumentar o número de parlamentares, o congresso aprovou a lei que reduz para 16 anos, o direito a voto. Ou seja, o jovem de 16 anos tem uma perfeita consciência política e senso crítico para escolher seus governantes, mas não sabe que matar alguém é crime. &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;No início do ano , os policiais do RONE (Rondas Ostensivas de Natureza Especial), em Teresina, capturaram cinco menores que montaram uma quadrilha especializada em seqüestro- relâmpago. A captura foi feita enquanto o grupo tentava fugir para a cidade de Timon, passando pela Ponte Metálica que dá acesso ao Maranhão. Todos já estão soltos, após passarem rapidamente pela Delegacia do Menor. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: black; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Em Guará, uma das cidades-satélites pertencentes ao Distrito Federal, a polícia &lt;span&gt; &lt;/span&gt;prendeu, também esse ano, outra quadrilha que praticava a mesma especialidade de crime. Junto com os bandidos, ou melhor, com “os menores infratores”, que é o termo politicamente correto, foram apreendidas duas armas de fogo, sendo um revólver calibre 38 e um revólver calibre 22. . Todos foram encaminhados à maldita Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA) , que lavrou um auto fajuto de flagrante delito, puramente burocr.ático, encaminhou pro juiz de menores, que nem leu&lt;span&gt; direito  a ocorrência, mas aplicou a lei vigente: mandou soltá-los imediatamente. C&lt;/span&gt;aros amigos, não vou aqui ficar listando crimes cometidos por menores e não punidos, pois seriam milhares e o texto ficaria cansativo&lt;/font&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9.5pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt; &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Quando a maioridade foi estabelecida, em 1940, o Brasil era um país predominantemente rural, a criminalidade era em geral baixa e menores envolvidos em crimes eram raridade. Hoje, quase 70 anos depois, a realidade é outra. Cerca de 10% dos delitos cometidos no país têm a participação deles. Cada vez mais menores são presos. Entre 2002 e 2006, cresceu 28% o número de menores infratores internados. Dos cerca de 15.400 adolescentes detidos, 14% cometeram crimes contra a vida - 1% com requintes de crueldade. Os outros 85% cometeram crimes contra o patrimônio - como roubo, furto ou tráfico de drogas. Um dos dados mais assustadores é da Fundação Casa, a antiga FEBEM, em São Paulo. A proporção de menores internados por homicídio doloso (em que houve a intenção de matar) subiu de 2,8% para 7,7% nos últimos cinco anos. Acontece que o espírito de “passar a mão na cabeça” não está dando certo. Os menores estão cada vez mais perigosos porque não têm freio: eles não temem nada. Nos interrogatórios em que são chamados a falar, segundo os promotores, os menores demonstram frieza e destemor , pois sabem estar fora do alcance da lei mais dura. Hoje, os menores infratores mais perigosos, autores de assassinatos ou seqüestros, temem a cadeia comum, mas não demonstram receio de enfrentar uma temporada em instituições indicadas a eles pela lei. O sentimento da completa impunidade é o gera mais crimes. E aí vem a pergunta? Como tratar o menor conhecido por Catatau, de 15 anos, acusado de assassinar a tiros, em 2003, o executivo chileno Waldo Arturo Ugalde Erazo, na frente das filhas, numa praia do Guarujá, São Paulo? ou o tal de Batoré? autor de dezenas de assassinatos. Apesar de as pesquisas mostrarem a população comum favorável ao endurecimento da legislação, a corrente política em prol da redução da maioridade é pequena. Políticos não se envolvem em polêmicas, pois perdem votos. A população que resolva seus problemas, pois não existem organizações em campanha pela causa, devido à falta de apoio político. Parentes de vítimas trocam informações e mantêm sites na Internet, e é somente o que podem fazer. Eu sei que o final dado ao “Zeca”, de Caminho das Índias, não agradou ninguém, nem a mim. O “pitboy”da novela, aprontou o que pôde, bateu na professora, agrediu pessoas na rua, atropelou uma gestante, matando o bebê e no final foi condenado a contar historinhas infantis numa creche. Mas, infelizmente, Glória Perez retratou apenas a realidade do sistema brasileiro. Ser menor no Brasil dá o direito de cometer qualquer tipo de crime, por mais hediondo que seja, pois não existe nenhuma punição, a não ser os míseros três anos de internação que na maioria das vezes nem é cumprido.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;A mãe do jovem pichador se comportou como a mãe do “Zeca”. Acusou a professora de humilhar o garoto, ameaçou processar, disse que o filho é um bom menino e outras coisas mais. A Rede Globo fez uma pesquisa no “Jornal Hoje” e a esmagadora maioria de 98 %, concordou com a atitude da professora, mostrando que a população está cansada de tanta impunidade e que bandido não tem idade. Não que o garoto seja bandido, mas a pesquisa reflete a justa impaciência das pessoas com a complacência exagerada do sistema com a delinqüência juvenil.&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span&gt;  Ninguém aguenta mais.                                    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;          Em Nova Iorque, o avanço do crime foi detido com a aplicação da teoria das “Janelas Quebradas”. Essa teoria defende que o mal deve ser cortado pela raiz. O jovem que hoje joga uma pedra para quebrar uma vidraça, se não for punido exemplarmente, amanhã poderá será um criminoso incorrigível. A consciência de que a impunidade dos pequenos erros de hoje podem incentivar os grandes crimes de amanhã, deve ser a base para a justiça. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;As leis que “protegem” os menores no Brasil , funcionam como se fossem um estatuto elaborado na Suíça pra ser aplicado no Iraque.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9.5pt; font-family: &#039;Times New Roman&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9.5pt; font-family: &#039;Times New Roman&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt; &lt;/span&gt; &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>O que é o pré-sal ?</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2009-09-10T02:09:32Z</pubDate>
		<description>&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;background: white; margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;span&gt;Pré-sal é a denominação das &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;reservas petrolíferas&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; encontradas abaixo de uma profunda camada de sal no subsolo marítimo, também chamada de subsal. As &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;rochas reservatório&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; deste tipo de região normalmente são encontradas em regiões muito profundas, de difícil localização e de acesso mais complexo. A maior parte das reservas petrolíferas &amp;quot;pre-sal&amp;quot; ou &amp;quot;subsal&amp;quot; atualmente conhecidas no mundo estão em áreas marítimas profundas e ultra-profundas.A primeira reserva petrolífera em área pré-sal no mundo ocorreu no &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;litoral&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; brasileiro, onde passaram a ser conhecidas simplesmente como &amp;quot;petróleo do pré-sal&amp;quot; ou &amp;quot;pré-sal&amp;quot;. Estas também são as maiores reservas conhecidas em zonas da faixa pré-sal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Depois do anúncio da descoberta de reservas na escala de vários bilhões de barris, em todo o mundo começaram processos de exploração em busca de petróleo abaixo das rochas de sal nas camadas profundas do subsolo marinho. Atualmente as principais áreas de exploração petrolífera com reservas potenciais ou prováveis já identificadas na faixa pré-sal estão no litoral do &lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Atlântico Sul&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;. Na porção sul-americana está a grande reserva do pré-sal no Brasil, enquanto, no lado africano, existem áreas pré-sal em exploração no &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Congo&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; (&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Brazzaville&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;) e no Gabão. Também existem áreas pré-sal sendo exploradas &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Golfo do México&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; e no &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Mar Cáspio&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, na zona marítima pertencente ao &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Casaquistão&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;. No litoral brasileiro as reservas encontradas na camada pré-sal são consideradas de média a alta qualidade, segundo a escala &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;API&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;. Estão localizadas nas &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;águas territoriais&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; brasileiras e na &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;zona econômica exclusiva&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;. O conjunto de campos petrolíferos do pré-sal se extende entre o litoral dos estados do &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Espírito Santo&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; até &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Santa Catarina&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, com profundidades que variam de 1000 a 2000 metros de lâmina d&#039;água e entre quatro e seis mil metros de profundidade no subsolo, chegando portanto a até 8000m da superfície do mar, incluindo uma camada que varia de 200 a 2000m de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;sa&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;l&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Segundo Márcio Rocha Mello, geólogo e ex-funcionário da &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Petrobrás&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, a área do pré-sal poderia ser bem maior do que os 800 quilômetros, se estendendo de Santa Catarina até o Ceará. Apenas a descoberta dos três primeiro campos do pré-sal, &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Tupi&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Iara&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; e &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Parque das Baleias&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; já dobraram as reservas brasileiras comprovadas, que eram de 14 bilhões de barris e agora são de 33 bilhões de barris. Além destas existem reservas possíveis e prováveis de 50 a 100 bilhões de barris. A descoberta do petróleo nas camadas de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;rochas&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; localizadas abaixo das camadas de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;sal&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; só foi possível devido ao desenvolvimento de novas tecnologias como a &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;sísmica 3D&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; e &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;sísmica 4D&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, de exploração &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;oceanográfica&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, mas também de técnicas avançadas de perfuração do &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;leito marinho&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; color=&quot;#000000&quot;&gt;.&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;                   &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;               &lt;/span&gt;O &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;petróleo&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; do pré-sal está em uma &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;rocha reservatório&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; localizada abaixo de uma camada de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;sal&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; nas profundesas do &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;leito marinho&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;. Antigamente a &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;África&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; e a &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;América do Sul&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; formavam um único continente, a &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Pangea&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, que a cerca de 200 milhões de anos se subdividiu em &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Laurásia&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; e &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Gondwana&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;. A aproximadamente 140 milhões de anos teve inicio o processo de separação entre duas as &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;placas tectônicas&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; sobre as quais estão os continentes que formavam o Gondwana, os atuais continentes da África e América do Sul. No local em que ocorreu o afastamento da &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;África&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; e &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;América do Sul&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, formou-se o que é hoje o &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Atlântico Sul&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;. Processo de aparecimento do Atlântico Sul, entre 140 e 60 milhões de anos atrás, quando se formou o petróleo do pré-sal. Nos primórdios, formaram-se vários &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;mares&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; rasos e áreas semi-pantanosas, algumas de água salgada e salobra do tipo &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;mangue&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, onde proliferaram &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;algas&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; e microorganismos chamados de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;fitoplâncton&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; e &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;zooplâncton&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;. Estes &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;microorganismos&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; se depositavam continuamente no &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;leito marinho&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; na forma de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;sedimentos&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, misturando-se à outros sedimentos, areia e sal, formando camadas de rochas impregnadas de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;matéria orgânica&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, que dariam origem às &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;rochas reservatório&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;. Ao longo de milhões de anos e sucessivas &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;eras&lt;/span&gt; glaciais&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;, ocorreram grandes oscilações no nível dos oceanos, ocorrendo inclusive a deposição de grandes quantidades de sal que formaram grandes camadas de sedimento salino, geralmente acumulado pela evaporação da &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;água&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; nestes mares rasos. Estas camadas de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;sal&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; voltaram a ser soterradas pelo Oceano e por novas camadas de sedimentos quando o gelo das calotas polares voltou a derreter nos períodos &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;inter-glaciais&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;. Estes &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;microrganismos&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; sedimentados no fundo do &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;oceano&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, soterrados sob pressão e com oxigenação reduzida, degradaram-se muito lentamente e com o passar do tempo, transformaram-se em petróleo, como o que que hoje é encontrado no litoral do Brasil. O conjunto de descobertas situado entre o Rio de Janeiro e São Paulo (Bem-te-vi, Carioca, Guará, Parati, Tupi, Iara, Caramba e Azulão ou Ogun) ficou conhecido como “Cluster Pré-Sal”, pois o termo genérico “Pré-Sal” passou a ser utilizado para qualquer descoberta em reservatórios sob as camadas de sal em bacias sedimentares brasileiras. Ocorrências similares, sob o sal podem ser encontradas nas Bacias do Ceará , Sergipe-Alagoas, Camamu, Jequitinhonha, Curumuxatiba e Espírito Santo, mas também já foram identificadas no litoral do continente &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;africano&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, no Mar Cáspio e no Golfo do México . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;               Os nomes que se anunciam das áreas do Pré-Sal, possivelmente não poderão ser os mesmos, pois se receberem o status de &amp;quot;campo de produção&amp;quot;, os mesmos deverão ser batizados, segundo Portaria da ANP, com nomes ligados à &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;fauna marinha &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; color=&quot;#000000&quot;&gt;.&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt; &lt;span&gt;       &lt;/span&gt;&lt;span&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;span&gt;                                                                       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;              De uma maneira simplificada, o Pré-Sal é um conjunto de reservatórios mais antigos que a camada de sal (halita e anidrita) &lt;span&gt; &lt;/span&gt;que se estende nas Bacias de Campos e Santos desde o Alto Vitória até o Alto de Florianópolis respectivamente. A espessura da camada de sal na porção centro-sul da Bacia de Santos é de aproximadamente 2.000 metros, enquanto na porção norte da bacia de Campo está em torno de 200 metros. A área de ocorrência conhecida destes reservatórios, segundo a Petrobras (2008), é de 112.000 km² dos quais 41.000 km² (38%) já foram licitados e 71.000 km² (62%) ainda por licitar.&lt;span&gt; A desco&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;berta do pré-sal foi anunciada pelo ex-diretor da ANP e posteriormente confirmada pela Petrobrás em 2007. Em 2008 a Petrobrás confirmou a descoberta de óleo leve na camda subsal. A Petrobras afirma já possuir tecnologia suficiente para extrair o óleo da camada. O objetivo da empresa é desenvolver novas tecnologias que possibilitem maior rentabilidade, principalmente nas áreas mais profundas. Em setembro de 2008, a Petrobras começou a explorar petróleo da camada pré-sal em quantidade reduzida. Esta exploração inicial ocorre no Campo de Jubarte (Bacia de Campos), através da plataforma P-34. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Um problema a ser enfrentado pelo país, diz respeito ao ritmo de extração de petróleo e o destino desta riqueza. Se o Brasil extrair todo o petróleo muito rapidamente, este pode se esgotar em uma geração. Se o país se tornar um grande exportador de petróleo bruto, isto pode provocar a sobrevalorização do câmbio, dificultando as exportações e facilitando as importações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Esse fenômeno conhecido como &amp;quot;mal holandês&amp;quot;, pode resultar no enfraquecimento de outros setores produtivos como a indústria e agricultura. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;governo brasileiro pretende criar uma nova estatal que está sendo chamada provisoriamente de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Petrosal&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;. Esta nova empresa não seria destinada à exploração direta do petróleo mas principalmente à &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;administração&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; dos megacampos e a contratação de empresas petrolíferas para explorá-los em parceria com a &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Petrobrás&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, definido conjuntamente com o &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Conselho Nacional de Política Energética&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; (&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;CNPE&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;). É provável que esta empresa fique responsável pela gestão da parte do petróleo que ficará como pagamento para o governo no novo modelo de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;partilha de produção&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;. Ainda não está claro se esta empresa também poderá investir em desenvolvimento &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;tecnológico&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; da área. Alguns setores da sociedade brasileira chegaram a defender que a &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Petrobrás&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; tivesse exclusividade na gestão e exploração dso campos, mas o governo afirma que isto seria inviável no novo modelo de partilha de produção, pois existe uma grande participação de capital privado na empresa e o risco desta tornar-se poderosa demais.&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; A descoberta das reservas do pré-sal tem provocado grandes debates em todo o país. Desde sua descoberta, muitos passaram a defender novos modelos de regulação para preservar uma parte maior desta riqueza para o país, envolvendo mudanças no atual marco legal, da atual &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Lei do Petróleo&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; (&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;lei nº 9.478 de 1997&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;). Uma comissão inter-ministerial organizada em 2008, trabalhou durante um ano discutindo diferentes propostas para elaborar um novo projeto de marco regulatório para o pré-sal. Durante o período em que foram discutidos os novos projetos, os leilões de petróleo foram interrompidos na área do pré-sal.&lt;span&gt;                                          &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;span&gt;            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;             Em 31 de agosto de 2009, o &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Governo Federal&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; do &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Brasil&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; anunciou quatro novos projetos para mudança no marco regulatório para o pré-sal&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;. A princípio o debate em torno da modificação legal está dividido em três grandes grupos com objetivos e posições político-ideológicas distintas. Alguns movimentos sociais, sindicatos, políticos ligados à partidos políticos mais à esquerda ou nacionalistas e alguns setores do governo defendem a volta à antiga Lei do Petróleo (&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;lei nº 2.004 de 1953&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;), incluindo a reestatização da &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Petrobrás&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, a volta do &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;monopólio estatal&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; e o fim das concessões para &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;multinacionais&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; petrolíferas no Brasil. Alguns grupos defendem apenas a ampliação da participação do capital estatal na Petrobrás, sem a volta do monopólio estatal, mas com a exclusão das multinacionais. Os partidos políticos de oposição ao atual governo, algumas das Federações de Indústrias, o setor financeiro e as &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;multinacionais&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; petrolíferas, defendem a manutenção do atual modelo de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;concessão&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt; também conhecido como privado ou &amp;quot;privatista&amp;quot;. Estes grupos vêem criticando a proposta do governo apresentada em Agosto de 2009. O governo apresentou uma proposta para a constituição de um novo marco regulatório, com o modelo de &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;partilha de produção&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, uma nova &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;empresa estatal&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, a &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Petrosal&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;, a criação de um &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Fundo de Desenvolvimento Social&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; que teria também a função de &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Fundo Soberano&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; para reinvestir os recursos da exploração do pré-sal, e uma mudança no padrão de distribuição dos &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;royalties&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt; do pré-sal, mantendo a distribuição atual apenas para as áreas foram do pré-sal. A proposta do governo conta com o apoio dos Ministérios, que elaboraram os projetos de lei, a base de partidos aliados além de alguns movimentos sociais e parte das indústrias ligadas ao setor petrolífero que se vêem desfavorecidas pelo atual modelo de concessão que exige baixos índices de fornecedores nacionais. O projeto de lei enviado pelo governo ao Congresso em regime de urgência, será debatido juntamente com outros projetos já existentes para a reforma do marco regulatório por até 45 dias na Câmara e mais 45 dias no Senado, o que tranca a pauta do Congresso.  &lt;span&gt;                                                         &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;span&gt;                                   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Entretanto,a polêmica é : &lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;span&gt;                                                                        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;a) Será que o Brasil dispõe da tecnologia para explorar o pré-sal ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) o Mega-investimento trará retorno ?quando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Os dividendos serão realmente empregados em programas sociais? Lembra da CPMF?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Seria o pré-sal apenas um palanque eleitoral?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Porque não gastar esse dinheiro em energias não-poluentes? O país já é auto-suficiente.&lt;/font&gt;&lt;span&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) O petróleo é realmente de boa qualidade? Ninguém pode afirmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g) Estaria a Petrobrás se tornando um governo paralelo, acima de todas as leis de mercado? O Supremo diz que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;     Essas perguntas , amigo, com certeza não serão respondidas por um governo. que não tem interesse em respondê-la. O governo Lula se caracterizou pela famosa “tropa de choque”, os lacaios do Congresso Nacional que tudo aprovam sem questionar. Como em outros assuntos polêmicos, a discussão passa longe da população e se resolve no &amp;quot;tapetão&amp;quot; do Congresso, onde &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Ali “Lula” Babá e os quarenta ladrões reinam supremos: Aloísio Mercadante, Romero Jucá, Idelli Salvatti , Fernando Collor, Sarney, Renan Calheiros , Wellington Salgado e os 33 que eu não me lembro o nome. Como o sistema de cotas , a bolsa-família e ou outros &amp;quot;avanços sociais&amp;quot;, do governo Lula, resta-nos na nossa total impotência , rezar para que não acabemos &amp;quot;pagando o pato&amp;quot; por mais uma idéia megalomaníaca e de retorno altamente questionável.&lt;/span&gt; &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://blogspot-loufilho.criarumblog.com/Lourival-b1/O-que-e-o-pre-sal-b1-p56773.htm</guid>
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		<title>Sarney : "O eterno"</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2009-08-22T23:06:03Z</pubDate>
		<description>&lt;span style=&quot;color: #5c5542&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span&gt;                                  &lt;/span&gt;“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer as injustiças, de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos homens, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #5c5542&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;Vespasiano Ramos &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt 127.6pt; text-indent: -35.15pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #5c5542&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot; size=&quot;3&quot;&gt;(Poeta Maranhense – Século XIX)&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;span&gt;              &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;        Eu havia prometido a mim mesmo não escrever mais sobre os políticos, pois é um assunto que me irrita profundamente. Porém, algumas pessoas me pediram que opinasse sobre o momento atual, pelo qual passa o país. Bem! Aqui vou eu!&lt;span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;A palavra &lt;strong&gt;corrupção&lt;/strong&gt; deriva do &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Latim&quot; title=&quot;Latim&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;latim&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt; &lt;em&gt;&lt;span&gt;corruptus&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt; que, numa primeira acepção, significa &lt;em&gt;quebrado em pedaços&lt;/em&gt; e numa segunda acepção, &lt;em&gt;apodrecido, pútrido&lt;/em&gt;. Por conseguinte, o verbo &lt;strong&gt;corromper&lt;/strong&gt; significa &lt;em&gt;tornar pútrido, podre&lt;/em&gt;. Numa definição ampla, &lt;strong&gt;corrupção política&lt;/strong&gt; significa o uso ilegal, por parte de governantes, funcionários públicos e agentes privados, do poder político e financeiro de organismos ou agências governamentais com o objetivo de transferir renda pública ou privada de maneira criminosa para determinados indivíduos ou grupos de indivíduos ligados por quaisquer laços de interesse comum como, por exemplo, negócios em comum,ideologias, localidade de moradia, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Etnia&quot; title=&quot;Etnia&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none&quot;&gt;etnia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; font-family: &#039;Calibri&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;, amizades  ou de fé religiosa.&lt;span&gt;                                                                                                                           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;            Como vimos, o termo &lt;strong&gt;&lt;em&gt;corrupção&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; é muito abrangente , mas no Brasil, na política, ele significa um estilo de vida. Nesse país,&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;ser um político incorruptível é sinônimo de burrice. A corrupção existe em todo o mundo e ela é tão velha quanto a política. A política foi criada para que o termo &lt;strong&gt;&lt;em&gt;corrupção&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; fizesse sentido. Na política, honestidade é uma virtude quando deveria ser uma obrigação. A grande diferença é que em países como os EUA, o Japão e a Itália, a corrupção é punida exemplarmente , mas no Brasil ela é premiada. No Brasil, vale o slogan “Roubo, mas faço!”. Eu até concordo que a constituição de 1988 é fraca do modo que é, pois foi feita ainda sobre o trauma causado pela ditadura. É&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;uma constituição que já nasceu ultrapassada, com muitas falhas e na tentativa de  permitir a ampla defesa , tornou a ampla defesa tão ampla, que ela se tornou infinita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             No Brasil, um processo judicial contra quem tem dinheiro e poder , simplesmente nunca vai ter fim. Porém, na política, a coisa é ainda bem pior. Para se protegerem,  eles foram aprovando leis e mais leis , até o ponto em se tornaram praticamente intocáveis. Crimes praticados por políticos somente podem ser julgados por políticos, logo a ética se transformou em aritmética. Não existem culpados nem inocentes, existe maioria e minoria. Nos EUA, um policial comum pode dar ordem de prisão em flagrante a um governador, ministro ou até ao Presidente da República. No Brasil, foi criada a vergonhosa imunidade parlamentar cuja intenção era proteger o direito de expressão dos políticos e que acabou servindo como imunização&lt;span&gt;  em casos de&lt;/span&gt; desvios de verbas públicas, prevaricação, recebimentos de propinas e nepotismo. No Brasil, somente na Câmara Federal e no Senado,&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;150 parlamentares tem processos no STF, ou seja mais ou menos um terço dos nossos parlamentares federais&lt;span&gt; são processados por corrupção &lt;/span&gt;. Se contarmos com ex-parlamentares, o número sobe para 206. Alguns , os que não foram processados, não o foram pelo fato de serem honestos, mas pelo fatos de não terem sidos pegos ainda. Podemos afirmar, sem nenhuma dúvida, que todos os políticos, de alguma forma, são corruptos. No Brasil, o sistema  é tão distorcido que se você estiver no SPC ou SERASA , não pode assumir cargos públicos, mas se estiver sendo processado por qualquer delito, o mais grave que seja, pode se candidatar a qualquer cargo, inclusive o de Presidente da República. Crimes fiscais e tributários contam de pelo menos mais 30 parlamentares, que juntos sonegaram mais de 600 milhões de Reais, somente no ano passado. O deputado Tatico (PTB-GO) , em 22 ações na  justiça é acusado de sozinho, ludribiar os cofres públicos em mais de 120 milhões de reais. Como a maioria dos políticos, poucas empresas está em seu nome, pois o uso de &amp;quot;laranjas&amp;quot; é uma prática comum nesse meio. Não adianta gravações, documentos, vídeos, simplesmente não existe nenhum modo de se prender um político. Eles estão acima de todas as leis e julgamentos. É extremamente desalentador. Quando eu lembro que nosso Senado é comandado por Renan Calheiros, José Sarney e Fernando Collor, sopra no meu rosto o vento da desilusão, me bate no peito o descompasso da desesperança. Após ser atacado por Collor, Pedro Simon disse que lembrou da tragédia que abalou Brasília na década de 1960, quando o pai de Collor, o então senador Arnon de Mello, assassinou, com um tiro no peito, o senador acreano José Kairala na tribuna. Nada aconteceu. Renan, pra justificar os ganhos com empreiteira, apresentou de modo descarado, uma fazenda em que vendia a arroba do gado mais caro que um quilo de ouro. Mas, eu juro que entendo Sarney. Para quem viveu toda a vida tratando como seu, o erário público, deve ser realmente difícil aceitar isso como se fosse um ato ilícito. Ele realmente se acha perseguido: “Que pessoas são essas ? Elas acham realmente que o dinheiro público é delas? É inaceitável !“ , deve dizer o Zé, profundamente abatido. Devemos entender que a família Sarney viveu e enriqueceu do dinheiro público. É como cocaína, um vício incurável. Tirar o poder de Sarney é acabar com sua vida. De que vale a política sem poder? O povo é só um detalhe. Pra mim, foi chocante ver um senador admirável como Artur Virgílio , murcho, humilhado, derrotado, diante de um senador sem votos como Paulo Duque, o presidente sem ética &lt;span&gt; &lt;/span&gt;de um conselho de ética. O arquivamento das denúncias contra Sarney foi mais um duro golpe na democracia, mais um tapa na cara das pessoas comuns. Mas, como Lula disse, Sarney não pode ser tratado como uma “pessoa comum”. O que me conforta é que, até onde onde sabemos, Sarney somente é imortal na Academia Brasileira de Letras. Ainda bem! &lt;span&gt;                                  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;              Mas, eu não queria que Sarney morresse, longe disso. Eu queria que ele tivesse vida eterna, como um vampiro, condenado a viver pela eternidade, até quando o poder o sufocasse  totalmente e&lt;span&gt; a ganância não fizesse mais sentido, pois ele seria o homem mais rico da Galáxia. Nesse momento,&lt;/span&gt; viver passaria a ser um fardo e ele, totalmente entediado,desejaria a morte, mas não conseguindo morrer , fosse nomeado Presidente Vitalício do Universo. Seria um castigo e tanto. Mas, atribuir a Sarney todas as coisas ruins do Maranhão é uma injustiça , ele somente é responsável pela grande parte. Jackson Lago  já dizia isso. Entretanto, Jackson conseguiu ser tão incompetente que permitiu a volta de Roseana ao governo. O Dr. Jackson nos deu uma lição de incompetência, mas de tanta incompetência, que ele jamais será superado por alguém. O Dr. Jackson estabeleceu uma nova definição para a incompetência : de que ela não tem limites. Jackson Lago transformou a minha vida: fez com que eu deixasse de odiar Sarney e passasse a odiá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               O problema é a certeza dos políticos de que a memória das pessoas é muito curta. Na próxima eleição, Sarney vai dizer no seu canal de TV e no seu Jornal, que ele foi perseguido implacavelmente , mas que foi absolvido totalmente de todas as acusações que fizeram contra ele. Como absolvido ? ELE NEM FOI INVESTIGADO !!!!!&lt;span&gt;                                                                       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;              Mas, caro leitor, não pense que eu sou um anti-Sarney. Eu o admiro em muitos aspectos. Ele sobreviveu traindo todos aqueles que o ajudaram. Apoiou os militares e quando sentiu que a ditadura ia cair, mudou de lado e se tornou Presidente do Brasil. Foi execrado no governo Collor e Fernando Henrique, fugiu do Maranhão e se elegeu repetidas vezes pelo Amapá. Representou tudo aquilo que Lula repudiava,&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;mas passou para o lado de Lula e se tornou Presidente do Congresso e ainda com a filha reconduzida governadora através da maracutaia judicial. É um sobrevivente. Tem como amigos mais íntimos seus piores adversários do passado: Lula, Collor e Cafeteira. É um artista. &lt;span&gt;               &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          &lt;/span&gt;Eu sinto por Sarney uma mistura de admiração e ódio. Não tem quem não se comova, quando da cadeira da Presidência do Senado, ele dirige aquele olhar tão terno, aquele rostinho tão sereno, a voz tão suave, o bigodinho tão bem aparado. É o avô que todo mundo queria ter. É a serenidade em pessoa. Não! Sarney não vai deixar a cadeira de Pesidente do Senado, ele já até mandou instalar umas rodinhas e um motorzinho nela, pra levar pra todos os lugares onde vá, e talvez até fazer um “pega” com Cafeteira &lt;span&gt;    &lt;/span&gt;nos corredores do Senado.&lt;span&gt;  Enquanto isso, eu passo as manhãs de folga assistindo, na TV Senado, o senador Mão Santa ( PMDB-PI ) debulhar na tribuna pensamentos de Napoleão, Descartes e Hipócrates, num turbilhão de idéias totalmente incompreensíveis e desconexas. Tudo bem ! melhor que a TV Globinho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>A Teoria das Bolhas</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2009-07-31T14:27:38Z</pubDate>
		<description>&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;         &lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;           &lt;font color=&quot;#003366&quot;&gt;Segundo a Teoria do Big-Bang, o universo nasceu de uma explosão colossal há cerca de 15 bilhões de anos.&lt;span&gt; Porém, e&lt;/span&gt;ssa teoria não explica o que aconteceu antes da grande explosão, nem como foi possível que ela acontecesse. É aí que aparece a teoria do Universo inflacionário. O Universo Total é formado por uma “sopa” de plasma, a chamada &amp;quot;matéria escura&amp;quot;, onde não existem átomos, nem estrelas, nem galáxias. A densidade e a temperatura da &amp;quot;matéria escura&amp;quot; são variáveis. Quando determinado ponto do Universo Total atinge densidade máxima, ele explode num Big-Bang e cria uma &amp;quot;bolha&amp;quot; na região da explosão, o “Universo-Bolha”. Nesse instante, a alta temperatura e a alta densidade, proporciona uma situação em que nenhuma lei física faz sentido, e tudo mostra que nos instantes iniciais, o &amp;quot;Universo-Bolha&amp;quot; se expande a uma velocidade maior que a da luz. Depois de um certo tempo, as leis físicas se ajustam,  a Teoria da Relatividade passa a ter validade e começa a se formar toda a matéria que existe hoje em dia. O Universo em que vivemos é apenas um dos milhões de Universos-Bolha que se formaram e que se formam a cada instante no Universo total. Então, seria correto afirmar que no Universo total, existem milhões de Universos-Bolha como o nosso e cada um deles regidos por suas próprias leis físicas. As leis físicas que valem para a nossa bolha, pode não valer para outras. Esses Universos estão separados como bolhas de sabão flutuando no espaço, separados pela &amp;quot;sopa de plasma&amp;quot;. Mas, se eles estão separados, como ir de Universo para o outro e como atravessar essa &amp;quot;sopa&amp;quot;? Na teoria, seria impossível, uma vez que, somente no nosso Universo-Bolha, as estrelas mais distantes da Terra, estão a 15 bilhões de anos-luz, o que significa que precisamos de 15 bilhões de anos, viajando á velocidade da luz, para podermos sair apenas do nosso universo, sem contar com o fato que ele continua se expandindo, o que afasta ainda mais as suas fronteiras.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#003366&quot;&gt;&lt;span&gt;                &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;           Porém, nessa teoria, nada impede que dois Universos-Bolha, ao se expandirem, tangenciarem-se por um ponto, como duas bolhas de sabão que se unem, numa brincadeira de criança. Se isso acontecesse, haveria um único ponto onde poderíamos passar de um Universo para o outro. Alguns teóricos dizem que nesse ponto de tangência, existe um “túnel”, chamado de “worm hole” ou “buraco de minhoca”, em que seria possível essa transposição. Os &amp;quot;buracos de minhoca&amp;quot;, podem tanto ligar universos distintos, como ligar dois pontos distantes no mesmo universo. Isso explicaria a visita de outros seres á Terra, pois como ninguém sabe onde fica esse ponto tangencial, ele poderia estar localizado num ponto próximo á Terra. Ou seja, a Terra pode estar próxima aos limites da bolha e do ponto de tangência, permitindo que seres que não seriam extraterrestres, mas sim extra-universais, passassem para o nosso Universo e visitassem o nosso planeta através desses buracos.  Essa tese, da Terra, na borda do Universo, ganhou força quando em 1994, cientistas do laboratório Fermi, mediram com precisão a massa do quark “top”, um dos seis quarks que formam toda a matéria. Os outros quarks são o &amp;quot;down&amp;quot;, &amp;quot;up&amp;quot;, &amp;quot;strange&amp;quot;, &amp;quot;bottom&amp;quot; e &amp;quot;charm&amp;quot;. Os físicos já sabiam, há vários anos, que a massa o quark “top” poderia dizer em qual Universo estamos. Se massa desse quark fosse pequena, estaríamos nos afastando da “parede” da bolha e se fosse pequena, estaríamos nos aproximando. Como a massa é extremamente grande, isso significa que estamos bem próximos da parede da bolha, quem sabe, bem próximo ao ponto de tangência com outro Universo-Bolha. A teoria propõe que existem Universo-Bolha, uns mais velhos, outros mais novos e outros que não conseguiram evoluir, outros que já evoluíram ao máximo e foram destruídos num grande contração, chamada de “Big-Crunch”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             Um dos ferrenhos defensores dessa teoria é um dos mais importantes físicos da atualidade. Andrei Linde, cientista russo, trabalha hoje na Universidade de Stanford em Palo Alto, Califórnia, berço de vários prêmios Nobel e onde se concentram as maiores mentes da ciência no planeta.&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#003366&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black&quot;&gt; &lt;font color=&quot;#003366&quot;&gt;Em outubro de 1981, houve um encontro internacional em Moscou, onde a inflação foi o ponto alto de discussão. Stephen Hawking apresentou um artigo afirmando que a inflação não poderia funcionar completamente, mas Linde apresentou uma versão aperfeiçoada, chamada &amp;quot;nova inflação&amp;quot;, e que contornou todas as dificuldades dos modelos anteriores. Ironicamente, Linde foi o tradutor oficial da conferência de Hawking, e tinha a tarefa embaraçosa de oferecer à audiência o contra-argumento de seu próprio trabalho. Mas, após as apresentações formais, Hawking foi persuadido a concordar que Linde estava certo, e a inflação poderá funcionar efetivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;             Porém, um problema muito curioso se apresenta nessa teoria das bolhas: a espessura da “casca” dessa bolha. O campo gravitacional no exterior da bolha é nulo, então se a casca em expansão “atropelar” algum tipo de matéria exterior, e se essa matéria conseguir atravessar a &amp;quot;casca&amp;quot;, para o interior da bolha, ele deverá ser repelida para fora, uma vez que violaria o princípio da conservação da massa desse universo . Portanto, a matéria exterior tenderia a concentrar-se na casca. A casca vai ficando então, cada vez mais densa e cada vez mais bem definida. Será que isso dificultaria a nossa saída do nosso universo-bolha? Parece que não, pois mesmo com todo o acúmulo de matéria, a espessura da casca será sempre insignificante em relação ao diâmetro da bolha. Na minha opinião, existe &lt;span style=&quot;color: black&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#003366&quot;&gt;uma ambigüidade no uso do termo &amp;quot;Universo&amp;quot;. Algumas pessoas o restringem ao nosso Universo observável, enquanto outras argumentam que deveria ser usado para se referir a todo o espaço-tempo, ou seja, ao Universo Total. Porém, se nós usarmos &amp;quot;Universo&amp;quot; como o nome para nossa própria bolha expandida de espaço-tempo, para tudo que é, a princípio, visível aos nossos telescópios, então talvez o termo &amp;quot;cosmos&amp;quot; possa ser usado para se referir à totalidade do espaço e tempo, dentro do qual deve haver um número infinitamente grande de outras bolhas expandidas de espaço-tempo,  e outros universos com os quais, talvez  nunca possamos nos comunicar. Entretanto, um “buraco de minhoca” talvez possa resolver esse problema, ninguém sabe. Porém, os físicos devem estar felizes com essa polêmica toda, pois ela torna esse assunto, uma matéria de discussão muito mais interessante, portanto, infinitamente mais importante. Por enquanto, a&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;tecnologia existente ainda nos impõe o lema : “ Cada macaco em sua bolha !”&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#003366&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#003366&quot;&gt;Um abraço!&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#003366&quot;&gt;&lt;span&gt;           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Lourival Filho&lt;/font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>O Sudeste e a cultura do " Anti-nordeste"</title>
		<category>Lourival</category>
		<pubDate>2009-07-30T18:21:22Z</pubDate>
		<description>&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: black; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;                   &lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: black; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;          &lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt; Eu confesso que sempre soube do preconceito do Sul-Sudeste em relação aos nordestinos, mas não imaginava a proporção desse sentimento que beira ao ódio irracional. Só me dei conta dessa triste realidade, quando vasculhando a Internet em busca de novidades, achei vários sites e blogs fazendo apologia a esse comportamento vergonhoso. Recentemente, o ministro Francisco Graziano associou, numa frase infeliz, a migração para as grandes cidades, como São Paulo, à criminalidade. Eu acredito que ele quis dizer, que a migração para as cidades grandes, em situações de incerteza de arranjar um emprego é um fator de degradação urbana, pois acaba empurrando o migrante para condições desumanas de vida e muitos acabam caindo na vida de crimes ou acabam sendo recrutados pelo tráfico. Porém, o preconceito escancarado, principalmente pelos paulistanos, contra os nordestinos é evidente e assim como o preconceito racial, não é discutido nem assumido. As crianças paulistanas se acostumaram a ouvir o termo &amp;quot;baiano&amp;quot; como um esteriótipo negativo para os nordestinos. No filme “Tropa de Elite”, o bandido, chefe do tráfico, tinha o apelido de “baiano”, mais fácil de ser associado ao termo “bandido” ou “vagabundo”. Sem dúvida, São Paulo é a maior cidade nordestina do Brasil, mas não existe sequer qualquer homenagem, como museus ou exposições, para contar a presença dos nordestinos, ao contrário do que existe para italianos, espanhóis, portugueses e judeus. Nas novelas produzidas pela Rede Globo, como “A casa das sete mulheres” e ”Terra Nostra” ou os “Os Imigrantes”da Rede Bandeirantes, ou ainda em &amp;quot;Kananga do Japão&amp;quot; do SBT, além de dezenas de mini-séries e documentários, os personagens heróicos são sempre europeus ou japoneses, quase nunca são brasileiros que migraram. A exceção é a novela “Senhora do Destino”, da Rede Globo, que conta a vida de Maria do Carmo, uma nordestina que venceu em São Paulo.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;No governo Lula, que é nordestino, fala-se demais na introdução nos currículos escolares da questão racial. Foram criadas cotas raciais nas Universidades, leis que punem a discriminação racial contra negros, museus do negro, o dia do negro, nada mais justo , porém nenhum projeto foi feito para que as escolas estimulem a discussão com os alunos sobre a questão nordestina. Quando ocorre, geralmente é pelo lado depreciativo, como a pobreza das migrações. &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span&gt;                               &lt;/span&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span&gt;            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;As secas, do ponto de vista meteorológico, são uma realidade. A mentira é afirmar que esse fenômeno natural seja o responsável por todas as dificuldades que passa o Nordeste. A estratégia dos políticos corruptos e elitistas, consiste em esconder as causas sociais da miséria,&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;associando-a à seca e dessa forma, arranjam&lt;span&gt; uma argumentação para o desvio de recursos federais para a realização de obras públicas regionais.&lt;/span&gt; Evidentemente, os benefícios que seriam gerados por essas obras jamais chegaram à maioria da população nordestina, tornando-se fonte de enriquecimento privado das minorias privilegiadas. É o caso da SUDENE (Superintendência de desenvolvimento do Nordeste), que serviu apenas para que os políticos conseguissem, em causa própria, verbas vultuosas para obras que nunca seriam feitas. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Das &amp;quot;Obras contra as secas&amp;quot; aos incentivos fiscais: mais de meio século de políticas regionais revelou-se incapaz de transformar o panorama de pobreza do Nordeste, pois todo o dinheiro acabava em mãos de políticos. Mas o discurso regionalista das elites políticas continua em funcionamento, usando sempre o velho argumento do &amp;quot;bolsão de pobreza&amp;quot;. No Sudeste, desenvolveram-se atitudes preconceituosas contra os migrantes provenientes dos estados nordestinos. A atitude preconceituosa enxergou na migração nordestina, muito mais a invasão da pobreza, do que a mão-de-obra migrante no crescimento econômico do Sudeste. Desde a década de 1970, diversas prefeituras do interior paulista passaram a recolher, nas estações rodoviárias, os migrantes recém-chegados, colocando-os em ônibus e despejando-os em cidades vizinhas. Em 1990, chegou a tramitar na Câmara Municipal de São Paulo um projeto de lei destinado a impedir o uso de serviços e equipamentos municipais por migrantes com menos de dois anos de trabalho e residência comprovados na cidade. Este projeto, teve como autor o vereador municipal Bruno Feder, atualmente do PPS, partido do ex-prefeito Paulo Maluf). O preconceito anti-nordestino enxerga no migrante, o pobre. O separatismo sulista encara o nordestino como um ser humano diferente do normal e incapaz. O imigrante europeu aparece como a fonte do trabalho e da riqueza, o nordestino como a fonte da preguiça e da pobreza. &lt;span&gt;                                                           &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span&gt;                              &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                     &lt;/span&gt;Eu entrei outro dia, no Youtube, para ver um vídeo em que Ana Maria Braga, fazia uma citação, aparentemente, contra os nordestinos e fique assustado com a quantidade de comentários no vídeo, em que se chamava os nordestinos de “retardados”, “sub-humanos”, “sanguessugas”e “vendedores de rede”. Pesquisando um pouco mais, me deparei com vários sites “anti-nordestinos”. Em uma edição da revista “Veja”, o jornalista Diogo Mainard, ao referir-se ao então presidente da Petrobrás José Eduardo Dutra escreveu: “Dutra não tem passado empresarial. Fez carreira como sindicalista da CUT e senador do PT pelo estado de Sergipe. Eu, realmente não sei o que é pior dos dois”. No programa “Manhattan Connection”, veiculado pelo canal GNT, onde se comentava sobre o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, o jornalista fez a seguinte observação: “Ele não é pragmático. Ele é oportunista. Uma semana ele concede a exploração de madeira, na semana seguinte ele cria uma reserva florestal grande como Alagoas, Sergipe, sei lá eu... por essas bandas de onde eles vêm”. Diogo faz estranhos comentários preconceituosos. Estranho, porque ele vem há vários anos lutando contra o preconceito em relação a seu filho, que é deficiente físico.  O presidente da Phillips do Brasil, Paulo Zottolo, se dizia cansado da existência do Nordeste. Em entrevista ao jornal “Valor Econômico”, o executivo disse que o movimento “Cansei”, desejava remexer no marasmo cívico do Brasil, e exemplificou: “Não se pode pensar que o país é um Piauí, no sentido de que tanto faz quanto tanto fez. Se o Piauí deixar de existir ninguém vai ficar chateado!”. &lt;span style=&quot;color: black&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;No plenário do Senado, Mão Santa (PMDB) disparou: “É um &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“tollo&lt;/em&gt;”&lt;/strong&gt;, um arrogante &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“tollo”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, porque tem uns dólares da Philips, mas é ignorante da nossa história. Ó &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“tollo”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, ó ignorante, imbecil mesmo. Nunca vi. É &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“tollo” no &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;próprio nome. O nome dele é &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“tollo”?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; E acrescentou: “Hoje é o aniversário, ó &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“tollo”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, ó ignorante, ó imbecil, de Teresina. Teresina, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“tollo”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, ignorante, imbecil da Philips. Você está cansado do Nordeste? nós não nos cansamos, não, nós somos da luta”. O jogador Edmundo “animal”, também deu sua contribuição &amp;quot;animalesca&amp;quot; ao preconceito contra nordestinos:&lt;/font&gt; &lt;/span&gt;“A gente vem jogar na Paraíba e colocam um “Paraíba” para apitar, só podia dar nisso!”, disse após ser expulso por um juiz cearense em um jogo em Natal. De lá até hoje, nada mudou, nem o &amp;quot;animal&amp;quot;. No meio disso tudo, atitude elegante tomou a direção da Ford, na Bahia. Em 2007, depois de ofender os metalúrgicos da Ford Camaçari, com xingamentos e frases preconceituosas contra negros e nordestinos, o gerente do prédio de montagem, Gilberto Albuquerque, contratado da Ford há 23 anos, foi demitido por justa causa pela direção da empresa, após a paralisação de 1,5 mil funcionários da planta, que protestaram contra os atos cometidos por ele . Na última campanha presidencial, durante uma entrevista ao programa SPTV, da Rede Globo, José Serra afirmou que parte da culpa pelos maus resultados da educação no estado de São Paulo seria dos migrantes. &#039;&#039;Diferentemente dos Estados do Sul, que foram os primeiros colocados na avaliação, São Paulo tem muita migração. Muita gente que continua chegando... Este é um problema&#039;&#039;, afirmou Serra.  Já o vice de Alckmin, senador José Jorge, comentou que a votação de Lula no primeiro turno seria prejudicada por causa dos eleitores nordestinos que, segundo insinuação do senador, não sabem votar direito. &#039;&#039;No Nordeste, onde o Lula&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt; tem a maioria, o aproveitamento do voto é menor, porque as pessoas erram mais&#039;&#039;, afirmou José Jorge. A revista &amp;quot;Veja&amp;quot;, na tentativa de desestabilizar a campanha de Lula, para a presidência, estampou na capa: &lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt; &lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;“Nordestina, 27 anos, educação média, R$ 450 por mês, Gilmara Cerqueira retrata o eleitor que será o fiel da balança nas eleições em outubro”.&lt;/font&gt; &lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;Algum tempo depois, foi a vez do jornal &amp;quot;&lt;em&gt;O Estado de São Paulo&amp;quot;&lt;/em&gt; alimentar o mesmo dicurso preconceituoso. Numa matéria, antes das eleições presidenciais,  o Estadão afirmou: &amp;quot; Lula vai se eleger porque o eleitor do Nordeste expressa maior tolerância com desviosdas verbas públicas do que o do Sudeste”. O tom preconceituoso da matéria chocou até mesmo profissionais da grande imprensa. O jornalista Franklin Martins, hoje assessor de imprensa de Lula, escreveu em seu site&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt; um texto que dizia : &lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;“Jogando com números de uma pesquisa do Ibope que não prova nada, a matéria tenta sustentar a tese de que os nordestinos, os pobres e os negros dão menor valor à questão ética do que os habitantes do “Sul Maravilha”.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;             No meu entender, &lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;o&lt;span style=&quot;color: black&quot;&gt; &lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;preconceito contra os nordestinos tem raízes no racismo, especialmente porque mulatos, negros e descendentes de índios compõem grande parcela da população das regiões Norte/Nordeste, em comparação com os imigrantes europeus de maioria branca, do Sul/Sudeste. Já faz tempo que os sulistas, adeptos do separatismo, tentam difundir a idéia de dividir o Brasil em dois: O Sul “rico” e o Norte ”pobre”. Na cabeça desses pobres coitados, o dinheiro do Sul é usado para patrocinar a “vagabundagem”do Norte. Graças a Deus,&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;o que eles tem conseguido até agora são apenas notas em rodapés de jornais sensacionalistas e algumas páginas da Internet , administradas por Neo-nazistas&lt;/font&gt;.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Os skinheads, ou carecas, são jovens simpatizantes do nazismo, que se mostram intolerantes com minorias, violentando negros, judeus e homossexuais. Como no início do filme “Tolerância zero”, o personagem principal Danny Balint aparece perseguindo um judeu e logo após o espanca em plena rua. No Brasil os skinheads também violentam os nordestinos. Esse movimento teve início no Brasil nos anos 80 em São Paulo e já se espalhou pelo país inteiro&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: #333333; font-family: &#039;Verdana&#039;,&#039;sans-serif&#039;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: #333333; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;Quando a violência é contra negros ou homossexuais, a imprensa trata como um crime de discriminação, que é inafiançável, quando é contra nordestinos, trata como um crime comum&lt;/font&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: black; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;span&gt; Ou seja, para os juristas e legisladores, ainda não existe o crime de discriminação regional.                              &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                         Hoje, o Nordeste é praticamente independente do Sul/Sudeste até na produção agrícola. Mesmo produtos como maçãs, uvas e peras, antes produzidas exclusivamente no Sul,ou importadas da Argentina, perdem cada vez mais espaço para a oferta nacional, especialmente pela produção do estado de Espírito Santo. Com custo mais baixo de transporte, produção e impostos, as frutas Nordestinas ganham da concorrência no gosto popular e já representam mais de 30% de todo o consumo de frutas no Brasil. Desde a produção do etanol, base da energia limpa à produção de petróleo, base da energia suja, seja como for, o Nordeste é a principal fonte energética do país, tornado-se uma&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000080&quot;&gt; região estratégica para o crescimento e desenvolvimento do país. A exploração de minério de ferro pela Vale do Rio Doce, em Carajás, refinarias na Bahia e no Maranhão, o turismo nas praias do Nordeste, a produção de grãos, competindo com o Sul/Sudeste, o desenvolvimento da pecuária de corte, a exportação de pescados para a Europa e o Ceará ocupando a posição de um dos maiores exportadores de mel, do mundo. Tudo isso mostra que o Nordeste ocupará muito em breve, a posição de maior produtor nacional em todas as áreas. Para os psicólogos, &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: &#039;Book Antiqua&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;o preconceito é definido como &lt;span&gt;“um julgamento negativo dos membros de uma raça ou religião, dos ocupantes de qualquer outro papel social significativo, uma avaliação não válida de um grupo ou de seus membros, ou ainda uma atitude ou sentimento que predispõe o indivíduo a atuar, pensar e sentir de modo desfavorável sobre outra pessoa ou objeto”. Em outras palavras, o preconceito é movido pela inveja, pela incapacidade de relacionamento, pela frustração de desejos não realizados ou simplesmente pelo ódio irracional. Nós, nordestinos, devemos nos orgulhar, pois somos sinônimos de luta, de perseverança e de trabalho.&lt;span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EU SOU NORDESTINO, PORTANTO NÃO DESISTO NUNCA !  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;</description>
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